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Inhotim: dicas e tudo o que você precisa saber antes de ir

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O Inhotim é o maior museu a céu aberto do mundo, que privilégio, não?! É uma atração imperdível para quem mora ou visita Belo Horizonte, mesmo para aqueles que não são tão fãs de arte. Além de ser um museu de arte, o Inhotim também é um parque natural — um dos mais lindos que eu já vi na vida! Lá você vai encontrar muita natureza, paisagens de tirar o fôlego e até alguns animaizinhos fofos!

Eu e alguns blogueiros do @uaitravelmg fomos convidados a conhecer o Inhotim, e foi um dia incrível em ótimas companhias! Se você pretende visitá-lo, anote todas as dicas a seguir:

O Inhotim

Como chegar

O Inhotim está localizado em Brumadinho, cidade que faz parte da região metropolitana de Belo Horizonte e está a 57km da capital mineira. É possível chegar lá de carro, de ônibus ou van.
Há um ônibus que sai da rodoviária todos os dias de manhã cedinho e volta no fim da tarde. O valor de ida e volta fica em, aproximadamente, 65 reais. Há, também, uma van que sai do bairro Funcionários nos mesmos horários do ônibus e custa 60 reais, ida e volta. Para a van, é preciso fazer reserva com antecedência. Para consultar os horários e valores exatos, é só clicar aqui.

Onde ficar

Eu acho perfeitamente viável se hospedar em Belo Horizonte para ir ao Inhotim. Mas, se você não vai visitar a capital mineira e prefere ficar mais perto ou se quer visitar o museu em dois dias consecutivos, uma ótima opção é ficar em Brumadinho mesmo. Contagem e Betim também são cidades da região metropolitana de BH e estão mais próximas do Inhotim do que a capital.
Você pode pesquisar sua hospedagem aqui:


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Preços

O valor do ingresso, em julho de 2017, é R$40. Quarta feira a entrada é gratuita!! (exceto nas quartas que forem feriado, aí o preço é normal) O Inhotim não funciona segunda feira.
Crianças até 5 anos não pagam. Estudantes, professores, menores de 12 anos, maiores de 60 e funcionários de algumas empresas pagam meia entrada. Veja a lista completa aqui.

Transporte interno

Além do valor do ingresso para entrar no Inhotim, se você quiser, você pode pagar mais R$28 reais para ter acesso ao transporte interno do museu. São carrinhos elétricos com rotas pré-definidas que rodam por todo o local. Se você quiser utilizá-los, é preciso fazer o pagamento ainda na bilheteria e eles vão te dar uma pulseirinha de cor diferente. Se no meio do dia você decidir que quer usar o carrinho, vai ter que voltar à bilheteria para fazer a compra.

Mas, vale a pena? Na minha opinião (e na opinião de todo mundo que estava comigo) vale cada centavo! O Inhotim é muito grande e é fisicamente muito cansativo andar por lá. Nós estávamos de carrinho e já saímos de lá exaustos, com muita dor na perna. Além disso, andar de carrinho é bem mais rápido que andar a pé, então conseguimos conhecer mais coisas em menos tempo. *Lembrando que o Inhotim recomenda a visita a pé*, mas o Foco no Mundo recomenda fortemente o carrinho!

Restaurantes

Lá dentro há duas opções de restaurantes: o Restaurante Oiticica que é self-service e custa R$43 o kilo e o Restaurante Tamboril, que custa R$70 e você pode comer a vontade
(pratos quentes, saladas e sobremesa). Lá dentro também existe um café e algumas lanchonetes.
Nós comemos no Oiticica e, apesar de não ter um número muito grande de opções, a comida estava bem gostosa e todo mundo saiu de lá satisfeito. Para mim valeu muito mais a pena, pois meu prato custou menos de R$15. 

Atrações do Inhotim

Como vocês já sabem, o Inhotim é enorme e é impossível conhecer tudo em apenas um dia, principalmente se você realmente apreciar a arte e quiser ver todas as galerias com calma. 
Confesso que eu não sou a maior amante de arte desse mundo e gosto mais das exposições interativas, então consegui conhecer tudo que eu queria. Vou compartilhar com vocês as atrações que eu mais gostei e as que são mais populares (mas não esperem comentários dignos das obras, pois, como eu disse, sou bem leiga nesse assunto):

A origem da obra de arte (ou, as letrinhas)

Essa é uma das atrações mais populares do Inhotim e foi a minha preferida. São várias letrinhas de cerâmica, que podem ser usadas para formar nomes ou frases para fazer fotos. Mas, na verdade as letras são vasos para plantas, e no mesmo local você encontra sementes e acessórios de jardinagem. Depois de formar as iniciais do blog e o nome do grupo @uaitravelmg, eu peguei a inicial do meu nome e plantei um amor perfeito.

Foi muito especial porque eu sempre quis plantar alguma coisa e nunca tinha feito isso, e agora tenho uma florzinha lá no Inhotim! Essa atração se chama “A origem da obra de arte” e é de Marilá Dardot.

Beam drop Inhotim

Eu adorei essa obra pela forma como ela foi feita: um guindaste de 45 metros foi jogando as 71 vigas que compõem a obra em uma poça de cimento. O artista, Chris Burden, foi mirando as vigas para que elas caíssem onde ele quisesse, mas o resultado final era impossível controlar.

Cosmococa

Essa atração também é muito popular e é daquelas que te fazem sentir muitas coisas diferentes ao mesmo tempo. É uma atração multisensorial, com cinco salas interativas diferentes (que os artistas, Hélio Oiticica e Neville D’Almeida, chamam de quasicinemas).

Cada sala é uma “surpresa” diferente, com música, projeções na parede e outros itens com os quais você pode interagir.  Eu prefiro não falar muito, pois é legal chegar lá sem saber direito o que você vai encontrar. 

Tunga


Tunga é uma galeria que fica em um espaço bem grande e possui várias exposições diferentes. Foi uma atração indicada pelos funcionários do Inhotim.

De Lama Lâmina

Você vai entrar dentro de uma enorme “estufa” de vidro e encontrar um trator florestal muito grande!

Magic Square

Essa é uma atração bem legal para fazer fotos lindas e bem diferentes!

Narcissus Garden

Confesso que essa atração parece mais legal nas fotos, pois as esferas são bem menores do que a impressão que temos nas imagens. Mas, vale a pena dar uma passadinha por lá 🙂

Sonic Pavillion

Dentro desse pavilhão você vai ouvir os sons do “centro” da terra. Foi feito um furo de 200 metros de profundidade e um microfone foi colocado lá dentro, então os sons são reais (coisa que eu não sabia quando fui, então a atração não foi tão legal para mim como deveria ser).

Ainda há muitas outras atrações muito populares, como a exposição dos fuscas coloridos (que infelizmente estava em reforma quando fui), a sala vermelha e várias outras que eu ainda quero conhecer!

Dicas importantes para quem vai visitar o Inhotim

Aplicativo

Uma dica bem legal, mas que eu só descobri quando cheguei lá, é que o Inhotim possui um aplicativo. Ele funciona como um mapa e oferece informações sobre as obras. Quando eu estive lá, o app só estava disponível para android, e você pode baixar através desse link.
Eu recomendo que você baixe o app ainda em sua casa, pois ele precisa atualizar antes de começar a funcionar, e isso pode demorar um pouco — além de exigir internet. Depois que ele for atualizado, você poderá usá-lo offline, e isso é ótimo já que na maior parte do tempo você estará sem conexão no Inhotim.

Internet e carregador

Falando em internet, o parque possui wifi em alguns pontos específicos, mas a rede de celular não funciona ali. Por isso, você vai ter um tempinho legal para se desconectar e curtir o Inhotim de forma não virtual. 
Mas, se no meio da visita você descobrir que sua bateria acabou, você vai encontrar vários pontos com tomadas para carregar o que precisar, seja o celular, a câmera ou qualquer outra coisa. Você só precisa levar o seu carregador.

Roupas confortáveis

Não sabia que essa dica seria necessária, até ver algumas pessoas andando lá dentro com saltos enormes e roupas apertadas. Se você estiver indo apenas para visitar o museu, e não fazer um ensaio fotográfico ali, preocupe-se apenas com o seu conforto! 
Tênis e uma roupa confortável, que te permita movimentar, pular, sentar, levantas e andar muito! Garanto que você não vai se arrepender! Ah, protetor solar também é indispensável 🙂

Garrafinha e comida

Mesmo que você se planeje para almoçar em um dos restaurantes do Inhotim, vale muito a pena levar uma garrafinha d’água e alguns lanches. Lá você vai encontrar bebedouros em vários pontos diferentes, então é bem tranquilo encher sua garrafinha quando precisar. E com certeza você vai precisar algumas vezes!
Mas, encontrar um local para comer pode ser um pouco mais difícil (e um pouco caro), então é bom levar alguns biscoitos ou outros petiscos para enganar o estômago até conseguir chegar no restaurante. Quando nós decidimos que não dava mais para aguentar a fome e que estava na hora de almoçar, ainda estávamos super longe do restaurante e não tínhamos nem uma bala para comer até chegar lá. Ah, como eu queria ter lido esse post antes de ir! hehe
Mas gente, pelo amor de Deus!!! Nada de deixar lixo jogado, e muito menos alimentar os animais que encontrar por lá, ok?! A comida que você levar é só para você, e o lixo é seu também! Ah, não é permitido fazer piquenique lá dentro.


E aí, o que achou do Inhotim? Ele é incrível, né? Agora eu quero saber qual atração você mais gostou e a que você mais quer conhecer em sua visita ao Inhotim! Deixa um comentário e me conta!!

Veja outra visão sobre o Inhotim, no blog AmandAqui

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Débora Resende
Débora Resende

Débora, 22 anos, apaixonada por viagens e fotografia. Quanto mais eu viajo, mais eu quero viajar. Quanto mais eu conheço o mundo, mais eu me apaixono por ele…

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