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O que fazer na Av. Paulista? Conheça algumas atrações imperdíveis

São Paulo é uma das maiores e mais incríveis cidades do planeta, não dá para negar! Prova disso é a Avenida Paulista, o coração da cidade que reúne o mundo em sua extensão. Pontos turísticos, diversas atrações, lojas, restaurantes, prédios comerciais, hotéis, bancos, consulados internacionais... Em uma única avenida você encontra praticamente tudo que imaginar.


Por isso a Paulista é um dos lugares mais legais da capital, e não pode faltar em seu roteiro por São Paulo. Quer saber quais são meus cantinhos favoritos por ali? Então veja algumas dicas do que fazer na Av. Paulista:

O que fazer na Av. Paulista? Atrações culturais

São Paulo é uma cidade incrível para quem curte atividades culturais de todos os tipos. Só na Paulista há um grande número de atrações culturais e dá para passar um dia inteiro (ou mais) só por ali, conhecendo esses locais. O melhor é que há muita coisa gratuita, então é ótimo para balancear o orçamento nessa cidade que não é nada barata! 

As principais atrações culturais na Av. Paulista são:

Itaú Cultural

O Itaú Cultural é um dos principais centros culturais da capital paulista. Ali você encontra duas exposições permanentes — uma chamada Brasiliana e outra chamada Numismática. Ambas possuem obras e itens relacionados ao Brasil colônia e à história do nosso país ao longo dos séculos.


Além disso, há uma extensa programação cultural, com cursos, palestras e diversos outros projetos interessantes. Ainda, uma importante midiateca com milhares de livros, filmes, documentos e outros arquivos para empréstimo ou consulta local também é encontrada no Itaú Cultural. 

Estação mais próxima: Brigadeiro 
Entrada: gratuita
Funcionamento: terça a sexta (9h às 20h); sábado, domingo e feriados (11h às 20h)

Casa das Rosas

A Casa das Rosas é uma mansão construída em 1935, em estilo clássico francês. São mais de 30 cômodos que serviram de residência para os herdeiros de Ramos de Azevedo até os anos 80. Em 2004 a mansão foi transformada em um museu dedicado à Poesia e à Literatura.


Mesmo para quem não curte poesia e literatura, essa é uma visita que vale muito a pena pois a estrutura da Casa das Rosas é incrível, tudo é lindo lá dentro — até o banheiro. Do lado de fora também há um jardim lindo! É possível fazer uma visita guiada ou por conta própria.


Estação mais próxima: Brigadeiro 
Entrada: gratuita
Funcionamento: terça a sábado (10h às 20h); domingo e feriados (10h às 18h)

Japan House

A Japan House é um centro cultural criado pelo governo japonês, com o intuito de propagar a cultura do país pelo mundo. Ela está presente  em Los Angeles, Londres e agora em São Paulo, na Avenida Paulista. O objetivo do local é trazer exposições, workshops, palestras, encontros, estudos e muito mais...


No primeiro andar há uma exposição, uma cafeteria, uma biblioteca e uma "lojinha". Minha parte favorita foi a biblioteca, apesar de não conseguir ler nada em japonês. Nos outros andares há outras exposições bem legais também, e uma loja de artesanato.


Estação mais próxima: Brigadeiro 
Entrada: gratuita
Funcionamento: terça a sábado (10h às 22h); domingo e feriados (10h às 18h)

MASP

Acho que todo mundo conhece o MASP, mesmo que seja só de nome. O Museu de Artes de São Paulo Assis Chateaubriand é um dos mais importantes do país. Por fora ele já é lindo e por dentro é encantador para os amantes de arte.


Seu acervo conta com diversas pinturas, esculturas, fotografias e outros objetos do mundo inteiro. Além disso, o museu conta com exposições temporárias, cursos, palestras, teatro e diversos outros eventos.

Estação mais próxima: Trianon-MASP 
Entrada: inteira R$30 e meia R$15. Entrada gratuita toda terça-feira. Crianças menores de 10 anos não pagam.
Funcionamento: terça a domingo (10h às 18h); quinta-feira (10h às 20h)


Centro Cultural FIESP

Esse é o meu favorito da lista! O local é bem grande e há várias exposições bem diferentes. Quando eu estive lá eu vi uma exposição fotográfica de cachorrinhos muito fofos e em outros ambientes haviam várias obras interativas e bem tecnológicas.


Foi a primeira vez que tive a oportunidade de usar um óculos de realidade virtual, foi superlegal! E todas as outras obras dessa área são muito divertidas, dá para perder um bom tempo "brincando" por ali.

Além disso, o centro conta com uma cafeteria e um teatro. Eu estive lá com a Deisy, do blog São Paulo sem Mesmice e, depois de tomarmos um capuccino bem gostoso, fomos assistir a pré-estreia peça "A visita da velha senhora", com Denise Fraga.


Estação mais próxima: Trianon-MASP 
Entrada: gratuita (inclusive para as peças teatrais, mediante reserva)
Funcionamento: diariamente (10h às 20h)

Livraria Cultura

A Livraria Cultura não é exatamente uma atração cultural na Paulista, mas é um lugar incrível e parada obrigatória para os apaixonados por leitura. A livraria é enorme, são três andares, uma cafeteria, muitos e muitos livros.

Você pode ficar o dia inteiro lá dentro se quiser, há vários puffes e lugares para sentar e ler o quanto conseguir. O mais legal é que tem todo tipo de livro que você puder imaginar, nunca vi nada igual!

Estação mais próxima: Consolação 
Funcionamento: segunda a sábado (9h às 22h); domingo e feriados (11h às 20h

Onde Comer na Av. Paulista?

Outra coisa maravilhosa é comer em São Paulo! Lá você encontra todo tipo de opção e com certeza há alguma coisa que agrade seu paladar e seu bolso. Nos arredores da Av. Paulista é fácil encontrar vários fast foods, lanchonetes, restaurantes com comida do mundo inteiro... O tour gastronômico pela avenida é sucesso garantido!

Dois lugares "diferentes" e que eu amei muito conhecer por ali foram:

Padaria Bella Paulista

Essa é uma das melhores dicas que eu poderia dar para quem está passeando pela Paulista. A Padaria Bella Paulista fica, na verdade, em uma rua paralela à avenida, mas eu não poderia deixar de citá-la aqui.


Muitas pessoas me recomendaram esse lugar e valeu muito a pena! Ela é enorme e tem muitas opções, para todos os gostos! Eu indico o pão com requeijão na chapa e qualquer doce da confeitaria.

O mais legal é que ela funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana!

Manteigaria Lisboa

Outra dica que também não está exatamente na Paulista, mas está bem pertinho (no máximo 1 minuto caminhando, na Rua Pamplona) é a Manteigaria Lisboa.

Se você gosta de pastel de nata — os famosos pastéis de Belém — ou quer experimentar essa tradição de Portugal, essa é uma parada imperdível na capital paulista. É delicioso!


O que fazer na Avenida Paulista?

Além das atrações citadas, a Paulista ainda tem muito a oferecer. Vale a pena reservar uns dois dias da sua viagem apenas para caminhar por ali e ir entrando nos locais que te interessar. Há shoppings, diversas lojas famosas, muitas opções de alimentação e muito mais — até exposições de arte, como essa dos elefantinhos!


Especialmente para quem mora em cidades pequenas, a Paulista pode ser um paraíso. Marcas superpopulares, mas que ainda não estão presentes no Brasil inteiro — como Forever 21, Starbucks e outros — podem ser encontrados na avenida!

E aos domingos a Av. Paulista é fechada para veículos (das 9h às 17h) e se transforma em um enorme espaço de lazer. Muitos artistas na rua, famílias e casais fazendo piquenique, amigos andando de bicicleta... Dá para ver de tudo ali! Eu ainda não tive a oportunidade de passar um domingo em São Paulo, mas quero muito fazer isso da próxima vez!

Agora quero saber de você: o que fazer na Av. Paulista? Deixa um comentário e me conta quais são seus lugares favoritos por ali :)

Viagem barata na Europa: 14 dicas incríveis para economizar

Com o euro lá nas alturas, fazer uma viagem barata na Europa chega a parecer uma missão impossível. São muitos detalhes para organizar e para pagar, mas é possível economizar e realizar o sonho de pisar em solo europeu sem gastar muito.

E não pense que você precisa deixar de curtir sua viagem, passar por perrengues ou se privar de viver experiências legais para gastar menos. Dá para fazer tudo o que você sempre sonhou e aproveitar demais! A única coisa que você não pode esperar aqui, é luxo.

Se você já fez outras viagens antes, é provável que já conheça algumas das dicas que darei a seguir. Mas para os marinheiros de primeira viagem, vale a pena prestar muita atenção em cada letrinha desse post. Todas as dicas são muito simples, mas podem fazer toda a diferença no valor final de sua viagem. Veja só:

Paris, França

Viagem barata na Europa: como economizar no planejamento

1. Planeje-se com antecedência

A dica mais importante para economizar em qualquer viagem é planejar tudo com antecedência. Quanto antes você comprar as passagens e reservar hospedagem, mais barato você vai pagar.

Muita gente viaja com o pensamento de "vou deixar para reservar tudo na hora, assim meu roteiro fica mais flexível". Mas isso encarece muito a viagem — e ainda pode te render um belo problema na imigração.


2. Faça um seguro saúde

Outra dica super válida é: faça um seguro saúde! Além de ser obrigatório para turistas na Europa, caso qualquer coisa aconteça com você durante a viagem você não terá que arcar com nenhum gasto relativo a hospital — que é caríssimo no velho continente.

Eu sempre indico para vocês a Real Seguros, que é parceira aqui do blog. Além de ser de confiança, ela compara os preços de várias seguradoras de uma só vez. Quer maneira mais prática de economizar na sua viagem?



3. Monte um roteiro com países baratos

O melhor da Europa é que ela oferece destinos para todos os gostos e para todos os bolsos. E você pode conhecer lugares incríveis gastando muito pouco, basta escolher os países mais baratos para viajar pela Europa.

Tem cidades que você consegue conhecer com menos de 30 euros por dia — contando com hospedagem, alimentação e passeios, enquanto em outros você não consegue gastar menos de cem. Por isso, montar um roteiro com os lugares mais econômicos pode te ajudar a viajar muito mais gastando muito menos.

Mas se você conha em conhecer os países mais caros do continente, não precisa se desesperar, tá bom? Pode ser que o orçamento fique um pouco mais apertado, mas ainda assim é possível economizar muito e fazer uma viagem que caiba no seu bolso! Preste muita atenção nas próximas dicas :)
Praga, República Tcheca

Como economizar com hospedagem na Europa

Um grande vantagem da Europa, é que (quase) qualquer cidade possui muitas opções de hospedagem, para todos os gostos e bolsos. De hotéis de luxo a campings, de hostels tranquilos até aqueles que parecem uma balada, você com certeza vai encontrar o que te agrade.

E como esse é um dos maiores gastos de uma viagem, qualquer euro que der para economizar com hospedagem já é uma grande ajuda.

4. Hospede-se em um hostel

Eu acho que na Europa vale muito a pena ficar em hostel, mesmo se você não quiser ficar em quarto compartilhado.

Quase todos os hostels oferecem a opção de quarto privativo, alguns inclusive com banheiro. E na Europa você encontra hostel melhor do que muito hotel por aí... Vários deles oferecem café da manhã e/ou tem cozinha disponível para os hóspedes, o que ajuda a economizar ainda mais.

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5. Hospede-se em um apartamento ou studio

Outra opção que é ótima para quem está viajando em família, grupos grandes ou até mesmo em casal, é alugar um apartamento ou studio pelo Airbnb. Dividindo o valor pelo número de pessoas, é bem provável que fique mais barato do que hospedagem em hostel e ainda há outros benefícios.

Um deles é a cozinha, que ajuda a economizar com alimentação. Outro benefício é que vários locais disponíveis pelo Airbnb possuem máquina de lavar roupas, o que é excelente para quem vai fazer uma viagem longa e não quer levar muita bagagem.


6. Escolha um local não tão centralizado

Você não precisa se hospedar na zona 1 quando for a Londres ou ficar pertinho da Torre Eiffel quando for a Paris. Quanto mais centralizada — ou próxima dos pontos turísticos — sua hospedagem for, mais cara ela será. Por isso, vale a pena hospedar-se um bairros um pouco mais afastados, que podem chegar a custar metade do preço.

A dica é ficar próximo a uma estação de metrô ou a uma parada de ônibus, assim você consegue se locomover pela cidade com facilidade. Mas, antes de reservar seu hostel, verifique o valor do transporte e calcule quando você gastará a mais (dinheiro e tempo) por estar um pouco mais afastado. Se o local for afastado demais, a economia já não valerá a pena.

Santorini, Grécia

Como economizar com alimentação na Europa

Tirando as passagens aéreas e a hospedagem, um dos maiores gastos de uma viagem são as refeições. Comer fora em todas as refeições durante vários dias pode sair um pouco caro, principalmente se for nos lugares mais badalados e turísticos.

7. Não coma perto dos pontos turísticos

Comer na frente da Torre Eiffel ou do Big Ben vai ser muito mais caro do que comer em um restaurante pequeno, em uma área mais afastada da "muvuca".

Então, o ideal é dar uma pesquisada antes mesmo de viajar e já descobrir quais são os melhores restaurantes no bairro onde você vai se hospedar ou que estejam próximos (mas não tanto) dos lugares que você quer conhecer.

8. Tenha lanches na mochila durante o dia

As vezes a fome bate quando você está em um lugar muito turístico e aí não dá para esperar até encontrar um restaurante com um preço bom para o almoço. Isso faz com que você coma no primeira local que aparecer e gaste todo o seu orçamento do dia inteiro.

Para evitar essa situação, vale a pena levar algum lanchinho na mochila para emergências. Assim, quando a fome bater você pode "enganar o estômago" até encontrar um restaurante bom e barato. Esses lanches você pode comprar em algum mercado, na própria cidade.

Bruxelas, Bélgica

9. Cozinhe!

Fazer compras no mercado e cozinhar no hostel ou no apartamento vai te ajudar a economizar muito! É claro que não dá para fazer todas as refeições em "casa", pois você não vai viajar para a Europa para ficar o dia todo cozinhando, né? Mas você pode fazer uma quantidade maior que dure dois ou três dias — se tiver geladeira, claro — ou fazer pratos mais simples e rápidos.

Como economizar com atrações turísticas na Europa

Os principais atrativos das cidades europeias podem pesar um pouquinho em seu bolso se você não souber como economizar. Pontos turísticos, museus, palácios e muito mais... Quase tudo é pago e muitas vezes o valor é alto! 

10. Compre passes turísticos

As principais capitais europeias possuem passes turísticos, geralmente chamados de city pass. Esses passes servem como ingresso para várias atrações da cidade, e se você for conhecer grande parte delas, fica muito mais barato do que comprar os ingressos separados.

Porém, é importante fazer as contas para ter certeza que vai valer a pena para você, de acordo com as atrações oferecidas e as que você quer conhecer. Mas como fazer isso?

Veja a lista dos locais que o city pass abrange e selecione os que você quer conhecer. Depois, pesquise o valor do ingresso de cada uma das atrações de seu interesse e calcule quanto custaria se você os comprasse separadamente. Se ele valor for maior que o preço do city pass, é sinal que vale a pena comprá-lo.

Se comprar os ingressos separadamente for mais barato, você precisa colocar outra questão na balança: filas. Se a diferença for pequena, eu ainda acho que vale a pena comprar o city pass para não perder muito tempo em várias filas comprando os ingressos — principalmente em alta temporada. Mas se a diferença for grande, aí é melhor comprar tudo separado e guardar a diferença para gastar de outra forma!

11. Descubra o dia de entrada gratuita nas atrações

Várias das principais atrações na Europa são pagas, mas quase todas possuem um dia da semana ou um horário do dia com entrada gratuita, principalmente os museus e palácios.

Pesquise com antecedência os dias gratuitos das atrações que você quer conhecer, assim é possível planejar seu roteiro com base nisso, para coincidir com seus dias na cidade. Você pode jogar no Google o nome do local e encontrar essas informações no site oficial — ou nos blogs de viagem.

Como economizar com transporte na Europa

12. Viaje de ônibus

Eu já falei alguma vezes que ônibus é meu transporte favorito para viajar de uma cidade para outra na Europa. As estradas são ótimas, as rodoviárias são muito bem localizadas, os ônibus costumam ser bem confortáveis e as passagens são bem baratas!

Algumas empresas de ônibus vendem a primeira passagem a 1 euro, independente da rota da viagem. Comprando com antecedência você com certeza vai encontrar bons preços. Eu viajei pela Itália pagando 2 euros pela passagem de uma cidade para outra, mais barato que o ônibus urbano!

Mas, claro, não são todas as rotas que valem a pena fazer de ônibus. Fiz uma viagem de quase 17 horas da Alemanha até a Sérvia para economizar, e me arrependi horrores!



Santorini, Grécia

13. Viaje de low cost

No caso das rotas que não valem a pena a viagem de ônibus, a melhor opção são as companhias aéreas low cost (baixo custo, em português). É muito comum encontrar passagem de um país para outro por 10, 15 euros se comprar com antecedência.

Porém, é preciso ter muita atenção às regras das companhias. Os preços são tão baixos porque a companhia não oferece nada além de uma poltrona para você sentar e um espaço para a bagagem de mão.

Se você quiser despachar mala é preciso pagar, se quiser comer é preciso comprar lanche se a companhia oferecer, o check-in deve ser feito online e com antecedência — ou você terá que pagar para fazer no aeroporto... Leia todas as letrinhas pequenas antes de comprar a passagem, para sua economia não sair cara no fim das contas.

Outra questão importante a se considerar antes de comprar uma passagem low cost é o aeroporto. Geralmente os aeroportos dessas companhias são muito distantes do centro das cidades, o que pode fazer com que você perca horas para chegar até lá. Sem falar que o transporte para chegar no aeroporto pode ser mais caro do que o valor que você pagou na passagem aérea. Então, planeje-se bem!

14. Ande a pé ou de transporte público

Andar de táxi, Uber ou alugar carro na Europa é quase um pecado! O transporte público de quase todas as cidades (principalmente as capitais e grandes cidades) é muito bom e te leva para qualquer lugar.

Em algumas cidades o transporte não é tão barato, mas, claro, fica mais barato que as outras opções. E em vários lugares é possível se virar muito bem a pé. Além de economizar muito mais, você ainda pode conhecer a cidade de uma forma diferente e muito gostosa!

Na minha opinião, uma das partes mais legais de viajar é se misturar com os locais dentro do transporte público ou andar sem rumo e sem compromisso pelas ruas da cidade.

Viu que não é difícil fazer uma viagem barata na Europa? Dá para economizar muito, sem deixar de aproveitar nada do continente! Agora eu quero saber de você, qual a dica que você usa para economizar em suas viagens e que não foi citada aqui? Deixa um comentário e conta pra gente!


Qual o melhor país para fazer intercâmbio?

Fazer um intercâmbio é o sonho de muita gente, e todo mundo que faz ama e recomenda muito! Eu mesma sempre digo que essa é uma experiência que todo mundo precisa viver pelo menos uma vez se tiver a oportunidade. É um momento para aprender um novo idioma, conhecer novas culturas, fazer novos amigos, amadurecer e passar por experiências incríveis e completamente diferentes.

Eu já fiz dois e tenho muita vontade de fazer outros. Sempre incentivo todos os meus amigos e leitores a fazer também. Mas tem uma pergunta que eu sempre escuto: "Qual o melhor país para fazer intercâmbio?" Essa é uma pergunta praticamente impossível de responder, já que vários fatores precisam ser levados em consideração.

Então, para me ajudar a te ajudar (risos), convidei alguns amigos para contar um pouquinho da experiência de intercâmbio deles. Talvez isso te ajude a escolher o seu preferido! Mas uma coisa eu tenho certeza: independente do país escolhido, seu intercâmbio vai ser incrível!!

Qual o melhor país para fazer intercâmbio?

Estados Unidos?


Meu primeiro intercâmbio foi nos Estados Unidos, um dos países mais populares entre os brasileiros. Era um grande sonho desde criança, queria muito ter feito high school lá, mas acabei indo somente com 18 anos para estudar inglês por 4 semanas.

Morei na Philadelphia, uma cidade que eu amo demais e foi uma das melhores experiências da minha vida. Fui junto com meu namorado e nós moramos em casa de família, vimos a neve pela primeira vez e fizemos muita coisa legal! Ainda tivemos a chance de conhecer a Disney e NYC. Morro de saudades dessa época!



Meu nome é Estela do blog Itinerário de Viagem e fiz um intercâmbio para aperfeiçoar meus conhecimentos na língua inglesa por um pouco mais de 2 meses em New York, no final de 2014. 

Escolhi a cidade porque eu já tinha o visto em mãos e um contato bem legal para me hospedar. Além disso, como no Brasil somos mais influenciados pelo inglês Americano, New York me pareceu perfeito para o meu objetivo. A cidade também me ofereceria uma grande gama de opções culturais e artísticas e não tive como ignorar a possibilidade de estar em NYC.

No final o saldo foi mais do que positivo! Falava em inglês o tempo todo (fugia dos brasileiros que sempre falavam em português), me saciei de arte e cultura e esta foi a minha primeira experiência de viagem sozinha! Amei tudo e faria tudo de novo!

Sérvia?



O meu segundo intercâmbio foi completamente diferente do primeiro. Fui para Belgrado, na Sérvia, fazer estágio em uma empresa de T.I (na área de marketing) pela AIESEC, quando tinha 20 anos. Passei 6 semanas lá, e depois ainda fiquei uns 3 meses na Europa para fazer um mochilão e ficar um tempo com meu namorado que também estava fazendo intercâmbio.

Foi uma experiência bem legal, em um país incrível — mas que eu não conhecia nada; com um idioma e até um alfabeto bem diferentes — eu me comunicava em inglês; e com as pessoas mais fofas e receptivas que já conheci. Ainda tive a oportunidade de viajar para Montenegro, outro país que eu não imaginava conhecer tão cedo.



Como eu disse, quando eu fui para a Sérvia meu namorado também estava fazendo intercâmbio. Ele foi para a Alemanha e morou lá por 1 ano e meio, em três cidades diferentes: Kassel, Freiberg e Bremen. Ele foi pelo Ciência sem Fronteiras e estudou alemão, fez um semestre de faculdade e depois um semestre de estágio.

"É um país muito bem localizado e que facilita a vida de quem quer conhecer outros lugares e culturas na Europa. Também gostei muito de conhecer de verdade o povo alemão, além dos esteriótipos. A cultura alemã é muito rica devido a tudo que já aconteceu por lá e é ótimo poder ver isso de perto."


China?


Olá pessoal, sou o Matheus, do Blog O Baú do Viajante, às vezes conhecido como o Matheus da China hehe. Fui pra gigante da Ásia em 2014, com 20 anos e vivi lá por 2 anos através do programa Ciência sem Fronteiras. Durante esse tempo aprendi mandarim e estudei engenharia ambiental, curso que fazia na época.

Se você procura desafios, conviver com uma cultura muito diferente e entender um dos maiores países do mundo, a China é sem dúvidas uma ótima escolha pra fazer intercâmbio. E já deixo a dica: não é só de escorpião que vivem os chineses.

O Matheus até escreveu um post aqui pro Foco no Mundo contando as experiências de um intercâmbio na China!

Austrália?


Meu nome é Luiza Metzker, morei em Perth, na Austrália, por 1 ano e 3 meses. Quando fui eu tinha 21 anos e comemorei meu aniversário de 22 anos lá, mas na idade mental eu fui com uns 17 e voltei com uns 35 (kkkkk).
                     
Fui pelo programa Ciência sem Fronteiras. Fiz 10 semanas de um curso preparatório para ingressar na faculdade de lá e depois cursei 2 semestres na Curtin University. Estudo Arquitetura e Urbanismo aqui no Brasil, e lá eu estudei Arquitetura em um semestre e Urbanismo e Design no outro semestre.

Amei de paixão a Austrália e acho que é o melhor lugar pra se fazer um intercâmbio, por que é um país de pessoas maravilhosas e que está muito preparado e muito aberto para receber imigrantes. Tem pessoas do mundo todo lá e eu sempre senti que todas essas pessoas estão incluídas na atmosfera do país de uma certa forma, nunca senti uma segregação.



Realmente me sentia confortável e tinha uma sensação de pertencimento com aquele lugar como nunca senti na minha vida. Tudo contribui pra isso: as pessoas que são bem tranquilas e estão acostumadas com estrangeiros, o clima que é parecido com o nosso, a língua — que apesar de ser língua inglesa, eles têm uma tolerância maior com os diferentes sotaques (acho que porque tem gente de tudo quanto é lugar no mundo).                    

E tive experiências e conheci lugares que nunca imaginei ter ou conhecer. Resumindo: amo de paixão a Aussieland <3

Canadá? Itália? França?

Somos Marcela Falco e  Nicolas Fontes, blogueiros do Diário de Navegador. Nós dois já fizemos intercâmbio de estudo e adoramos compartilhar nossas experiências com leitores de blogs!

Eu, Marcela, fiz um intercâmbio de high school em Abbotsford, no Canadá em 2011 quando ainda tinha 17 anos. Morei lá por 7 meses com uma host family. O Canadá é um dos países mais amigáveis do mundo e os intercambistas são sempre muito bem vindos.



Depois fiz um segundo intercâmbio de mais seis meses em Bolonha, na Itália, graças a um processo seletivo da minha universidade, quando eu tinha 22 anos. Dessa vez eu dividi apartamento com outros estudantes.

Enquanto eu estava na Itália, o Nicolas estava fazendo o mesmo intercâmbio de estudo de seis meses em uma universidade de Dijon, na França, e morou em na residência estudantil da universidade — com 21 anos.



Os três países foram incríveis para intercâmbio. O Canadá é um país super desenvolvido com uma cultura de curtir a família muito grande. Já a Itália e a França tem incríveis facilidades de viajar e muita cultura por metro quadrado. O fato de poder aprender um idioma diferente do inglês foi uma coisa que nos chamou a atenção e adoramos listar como um motivo.

Temos inclusive dois posts que listam alguns motivos para se fazer intercâmbio no Canadá e na Europa em geral.

Malta?


Eu sou a Cristiane Rangel, do blog Pequeno Grande Mundo. Fiz intercâmbio em Malta, um país-ilha tão pequeno que as cidades são como bairros para nós. Fiquei lá por 3 meses no ano passado, 2016, quando eu tinha 36 anos. 

Fui fazer curso de inglês intensivo lá, e fiquei hospedada no alojamento da escola em St. Julians. O que me fez escolher Malta, e o que considero bom para fazer intercâmbio, é o clima mais ameno (fui no inverno e não passei tanto frio, não há neve por lá) e a pouca presença de brasileiros, além de um custo mais baixo em relação a outros países como a Inglaterra, por exemplo. 

Malta foi colônia inglesa e, apesar de os mais velhos ainda manterem o idioma maltês, a maioria da população fala inglês.

África do Sul? Índia? Coréia do Sul? 

Caso você ainda não tenha visto, aqui no blog tem vários posts sobre intercâmbio, contando experiências bem diferentes em vários lugares do mundo. 

Deu para perceber que mesmo em países tão diferentes, todo mundo teve experiências maravilhosas com o intercâmbio? A escolha do país e até da cidade é muito importante, mas o principal é viajar com o coração e a mente aberta para o que vier. E quer saber de uma coisa, você vai voltar para casa completamente apaixonado pelo país e pela cidade onde você morar, sejam eles quais forem!

Conseguiu descobrir qual o melhor país para fazer intercâmbio? Ou pelo menos o seu preferido? Então deixa um comentário e conta pra gente qual é! E se você já fez ou vai fazer um intercâmbio em breve, conta também para onde foi e o que você achou :)

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