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Viagem barata na Europa: 14 dicas incríveis para economizar

Com o euro lá nas alturas, fazer uma viagem barata na Europa chega a parecer uma missão impossível. São muitos detalhes para organizar e para pagar, mas é possível economizar e realizar o sonho de pisar em solo europeu sem gastar muito.

E não pense que você precisa deixar de curtir sua viagem, passar por perrengues ou se privar de viver experiências legais para gastar menos. Dá para fazer tudo o que você sempre sonhou e aproveitar demais! A única coisa que você não pode esperar aqui, é luxo.

Se você já fez outras viagens antes, é provável que já conheça algumas das dicas que darei a seguir. Mas para os marinheiros de primeira viagem, vale a pena prestar muita atenção em cada letrinha desse post. Todas as dicas são muito simples, mas podem fazer toda a diferença no valor final de sua viagem. Veja só:

Paris, França

Viagem barata na Europa: como economizar no planejamento

1. Planeje-se com antecedência

A dica mais importante para economizar em qualquer viagem é planejar tudo com antecedência. Quanto antes você comprar as passagens e reservar hospedagem, mais barato você vai pagar.

Muita gente viaja com o pensamento de "vou deixar para reservar tudo na hora, assim meu roteiro fica mais flexível". Mas isso encarece muito a viagem — e ainda pode te render um belo problema na imigração.


2. Faça um seguro saúde

Outra dica super válida é: faça um seguro saúde! Além de ser obrigatório para turistas na Europa, caso qualquer coisa aconteça com você durante a viagem você não terá que arcar com nenhum gasto relativo a hospital — que é caríssimo no velho continente.

Eu sempre indico para vocês a Real Seguros, que é parceira aqui do blog. Além de ser de confiança, ela compara os preços de várias seguradoras de uma só vez. Quer maneira mais prática de economizar na sua viagem?



3. Monte um roteiro com países baratos

O melhor da Europa é que ela oferece destinos para todos os gostos e para todos os bolsos. E você pode conhecer lugares incríveis gastando muito pouco, basta escolher os países mais baratos para viajar pela Europa.

Tem cidades que você consegue conhecer com menos de 30 euros por dia — contando com hospedagem, alimentação e passeios, enquanto em outros você não consegue gastar menos de cem. Por isso, montar um roteiro com os lugares mais econômicos pode te ajudar a viajar muito mais gastando muito menos.

Mas se você conha em conhecer os países mais caros do continente, não precisa se desesperar, tá bom? Pode ser que o orçamento fique um pouco mais apertado, mas ainda assim é possível economizar muito e fazer uma viagem que caiba no seu bolso! Preste muita atenção nas próximas dicas :)
Praga, República Tcheca

Como economizar com hospedagem na Europa

Um grande vantagem da Europa, é que (quase) qualquer cidade possui muitas opções de hospedagem, para todos os gostos e bolsos. De hotéis de luxo a campings, de hostels tranquilos até aqueles que parecem uma balada, você com certeza vai encontrar o que te agrade.

E como esse é um dos maiores gastos de uma viagem, qualquer euro que der para economizar com hospedagem já é uma grande ajuda.

4. Hospede-se em um hostel

Eu acho que na Europa vale muito a pena ficar em hostel, mesmo se você não quiser ficar em quarto compartilhado.

Quase todos os hostels oferecem a opção de quarto privativo, alguns inclusive com banheiro. E na Europa você encontra hostel melhor do que muito hotel por aí... Vários deles oferecem café da manhã e/ou tem cozinha disponível para os hóspedes, o que ajuda a economizar ainda mais.

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5. Hospede-se em um apartamento ou studio

Outra opção que é ótima para quem está viajando em família, grupos grandes ou até mesmo em casal, é alugar um apartamento ou studio pelo Airbnb. Dividindo o valor pelo número de pessoas, é bem provável que fique mais barato do que hospedagem em hostel e ainda há outros benefícios.

Um deles é a cozinha, que ajuda a economizar com alimentação. Outro benefício é que vários locais disponíveis pelo Airbnb possuem máquina de lavar roupas, o que é excelente para quem vai fazer uma viagem longa e não quer levar muita bagagem.


6. Escolha um local não tão centralizado

Você não precisa se hospedar na zona 1 quando for a Londres ou ficar pertinho da Torre Eiffel quando for a Paris. Quanto mais centralizada — ou próxima dos pontos turísticos — sua hospedagem for, mais cara ela será. Por isso, vale a pena hospedar-se um bairros um pouco mais afastados, que podem chegar a custar metade do preço.

A dica é ficar próximo a uma estação de metrô ou a uma parada de ônibus, assim você consegue se locomover pela cidade com facilidade. Mas, antes de reservar seu hostel, verifique o valor do transporte e calcule quando você gastará a mais (dinheiro e tempo) por estar um pouco mais afastado. Se o local for afastado demais, a economia já não valerá a pena.

Santorini, Grécia

Como economizar com alimentação na Europa

Tirando as passagens aéreas e a hospedagem, um dos maiores gastos de uma viagem são as refeições. Comer fora em todas as refeições durante vários dias pode sair um pouco caro, principalmente se for nos lugares mais badalados e turísticos.

7. Não coma perto dos pontos turísticos

Comer na frente da Torre Eiffel ou do Big Ben vai ser muito mais caro do que comer em um restaurante pequeno, em uma área mais afastada da "muvuca".

Então, o ideal é dar uma pesquisada antes mesmo de viajar e já descobrir quais são os melhores restaurantes no bairro onde você vai se hospedar ou que estejam próximos (mas não tanto) dos lugares que você quer conhecer.

8. Tenha lanches na mochila durante o dia

As vezes a fome bate quando você está em um lugar muito turístico e aí não dá para esperar até encontrar um restaurante com um preço bom para o almoço. Isso faz com que você coma no primeira local que aparecer e gaste todo o seu orçamento do dia inteiro.

Para evitar essa situação, vale a pena levar algum lanchinho na mochila para emergências. Assim, quando a fome bater você pode "enganar o estômago" até encontrar um restaurante bom e barato. Esses lanches você pode comprar em algum mercado, na própria cidade.

Bruxelas, Bélgica

9. Cozinhe!

Fazer compras no mercado e cozinhar no hostel ou no apartamento vai te ajudar a economizar muito! É claro que não dá para fazer todas as refeições em "casa", pois você não vai viajar para a Europa para ficar o dia todo cozinhando, né? Mas você pode fazer uma quantidade maior que dure dois ou três dias — se tiver geladeira, claro — ou fazer pratos mais simples e rápidos.

Como economizar com atrações turísticas na Europa

Os principais atrativos das cidades europeias podem pesar um pouquinho em seu bolso se você não souber como economizar. Pontos turísticos, museus, palácios e muito mais... Quase tudo é pago e muitas vezes o valor é alto! 

10. Compre passes turísticos

As principais capitais europeias possuem passes turísticos, geralmente chamados de city pass. Esses passes servem como ingresso para várias atrações da cidade, e se você for conhecer grande parte delas, fica muito mais barato do que comprar os ingressos separados.

Porém, é importante fazer as contas para ter certeza que vai valer a pena para você, de acordo com as atrações oferecidas e as que você quer conhecer. Mas como fazer isso?

Veja a lista dos locais que o city pass abrange e selecione os que você quer conhecer. Depois, pesquise o valor do ingresso de cada uma das atrações de seu interesse e calcule quanto custaria se você os comprasse separadamente. Se ele valor for maior que o preço do city pass, é sinal que vale a pena comprá-lo.

Se comprar os ingressos separadamente for mais barato, você precisa colocar outra questão na balança: filas. Se a diferença for pequena, eu ainda acho que vale a pena comprar o city pass para não perder muito tempo em várias filas comprando os ingressos — principalmente em alta temporada. Mas se a diferença for grande, aí é melhor comprar tudo separado e guardar a diferença para gastar de outra forma!

11. Descubra o dia de entrada gratuita nas atrações

Várias das principais atrações na Europa são pagas, mas quase todas possuem um dia da semana ou um horário do dia com entrada gratuita, principalmente os museus e palácios.

Pesquise com antecedência os dias gratuitos das atrações que você quer conhecer, assim é possível planejar seu roteiro com base nisso, para coincidir com seus dias na cidade. Você pode jogar no Google o nome do local e encontrar essas informações no site oficial — ou nos blogs de viagem.

Como economizar com transporte na Europa

12. Viaje de ônibus

Eu já falei alguma vezes que ônibus é meu transporte favorito para viajar de uma cidade para outra na Europa. As estradas são ótimas, as rodoviárias são muito bem localizadas, os ônibus costumam ser bem confortáveis e as passagens são bem baratas!

Algumas empresas de ônibus vendem a primeira passagem a 1 euro, independente da rota da viagem. Comprando com antecedência você com certeza vai encontrar bons preços. Eu viajei pela Itália pagando 2 euros pela passagem de uma cidade para outra, mais barato que o ônibus urbano!

Mas, claro, não são todas as rotas que valem a pena fazer de ônibus. Fiz uma viagem de quase 17 horas da Alemanha até a Sérvia para economizar, e me arrependi horrores!



Santorini, Grécia

13. Viaje de low cost

No caso das rotas que não valem a pena a viagem de ônibus, a melhor opção são as companhias aéreas low cost (baixo custo, em português). É muito comum encontrar passagem de um país para outro por 10, 15 euros se comprar com antecedência.

Porém, é preciso ter muita atenção às regras das companhias. Os preços são tão baixos porque a companhia não oferece nada além de uma poltrona para você sentar e um espaço para a bagagem de mão.

Se você quiser despachar mala é preciso pagar, se quiser comer é preciso comprar lanche se a companhia oferecer, o check-in deve ser feito online e com antecedência — ou você terá que pagar para fazer no aeroporto... Leia todas as letrinhas pequenas antes de comprar a passagem, para sua economia não sair cara no fim das contas.

Outra questão importante a se considerar antes de comprar uma passagem low cost é o aeroporto. Geralmente os aeroportos dessas companhias são muito distantes do centro das cidades, o que pode fazer com que você perca horas para chegar até lá. Sem falar que o transporte para chegar no aeroporto pode ser mais caro do que o valor que você pagou na passagem aérea. Então, planeje-se bem!

14. Ande a pé ou de transporte público

Andar de táxi, Uber ou alugar carro na Europa é quase um pecado! O transporte público de quase todas as cidades (principalmente as capitais e grandes cidades) é muito bom e te leva para qualquer lugar.

Em algumas cidades o transporte não é tão barato, mas, claro, fica mais barato que as outras opções. E em vários lugares é possível se virar muito bem a pé. Além de economizar muito mais, você ainda pode conhecer a cidade de uma forma diferente e muito gostosa!

Na minha opinião, uma das partes mais legais de viajar é se misturar com os locais dentro do transporte público ou andar sem rumo e sem compromisso pelas ruas da cidade.

Viu que não é difícil fazer uma viagem barata na Europa? Dá para economizar muito, sem deixar de aproveitar nada do continente! Agora eu quero saber de você, qual a dica que você usa para economizar em suas viagens e que não foi citada aqui? Deixa um comentário e conta pra gente!


Qual o melhor país para fazer intercâmbio?

Fazer um intercâmbio é o sonho de muita gente, e todo mundo que faz ama e recomenda muito! Eu mesma sempre digo que essa é uma experiência que todo mundo precisa viver pelo menos uma vez se tiver a oportunidade. É um momento para aprender um novo idioma, conhecer novas culturas, fazer novos amigos, amadurecer e passar por experiências incríveis e completamente diferentes.

Eu já fiz dois e tenho muita vontade de fazer outros. Sempre incentivo todos os meus amigos e leitores a fazer também. Mas tem uma pergunta que eu sempre escuto: "Qual o melhor país para fazer intercâmbio?" Essa é uma pergunta praticamente impossível de responder, já que vários fatores precisam ser levados em consideração.

Então, para me ajudar a te ajudar (risos), convidei alguns amigos para contar um pouquinho da experiência de intercâmbio deles. Talvez isso te ajude a escolher o seu preferido! Mas uma coisa eu tenho certeza: independente do país escolhido, seu intercâmbio vai ser incrível!!

Qual o melhor país para fazer intercâmbio?

Estados Unidos?


Meu primeiro intercâmbio foi nos Estados Unidos, um dos países mais populares entre os brasileiros. Era um grande sonho desde criança, queria muito ter feito high school lá, mas acabei indo somente com 18 anos para estudar inglês por 4 semanas.

Morei na Philadelphia, uma cidade que eu amo demais e foi uma das melhores experiências da minha vida. Fui junto com meu namorado e nós moramos em casa de família, vimos a neve pela primeira vez e fizemos muita coisa legal! Ainda tivemos a chance de conhecer a Disney e NYC. Morro de saudades dessa época!



Meu nome é Estela do blog Itinerário de Viagem e fiz um intercâmbio para aperfeiçoar meus conhecimentos na língua inglesa por um pouco mais de 2 meses em New York, no final de 2014. 

Escolhi a cidade porque eu já tinha o visto em mãos e um contato bem legal para me hospedar. Além disso, como no Brasil somos mais influenciados pelo inglês Americano, New York me pareceu perfeito para o meu objetivo. A cidade também me ofereceria uma grande gama de opções culturais e artísticas e não tive como ignorar a possibilidade de estar em NYC.

No final o saldo foi mais do que positivo! Falava em inglês o tempo todo (fugia dos brasileiros que sempre falavam em português), me saciei de arte e cultura e esta foi a minha primeira experiência de viagem sozinha! Amei tudo e faria tudo de novo!

Sérvia?



O meu segundo intercâmbio foi completamente diferente do primeiro. Fui para Belgrado, na Sérvia, fazer estágio em uma empresa de T.I (na área de marketing) pela AIESEC, quando tinha 20 anos. Passei 6 semanas lá, e depois ainda fiquei uns 3 meses na Europa para fazer um mochilão e ficar um tempo com meu namorado que também estava fazendo intercâmbio.

Foi uma experiência bem legal, em um país incrível — mas que eu não conhecia nada; com um idioma e até um alfabeto bem diferentes — eu me comunicava em inglês; e com as pessoas mais fofas e receptivas que já conheci. Ainda tive a oportunidade de viajar para Montenegro, outro país que eu não imaginava conhecer tão cedo.



Como eu disse, quando eu fui para a Sérvia meu namorado também estava fazendo intercâmbio. Ele foi para a Alemanha e morou lá por 1 ano e meio, em três cidades diferentes: Kassel, Freiberg e Bremen. Ele foi pelo Ciência sem Fronteiras e estudou alemão, fez um semestre de faculdade e depois um semestre de estágio.

"É um país muito bem localizado e que facilita a vida de quem quer conhecer outros lugares e culturas na Europa. Também gostei muito de conhecer de verdade o povo alemão, além dos esteriótipos. A cultura alemã é muito rica devido a tudo que já aconteceu por lá e é ótimo poder ver isso de perto."


China?


Olá pessoal, sou o Matheus, do Blog O Baú do Viajante, às vezes conhecido como o Matheus da China hehe. Fui pra gigante da Ásia em 2014, com 20 anos e vivi lá por 2 anos através do programa Ciência sem Fronteiras. Durante esse tempo aprendi mandarim e estudei engenharia ambiental, curso que fazia na época.

Se você procura desafios, conviver com uma cultura muito diferente e entender um dos maiores países do mundo, a China é sem dúvidas uma ótima escolha pra fazer intercâmbio. E já deixo a dica: não é só de escorpião que vivem os chineses.

O Matheus até escreveu um post aqui pro Foco no Mundo contando as experiências de um intercâmbio na China!

Austrália?


Meu nome é Luiza Metzker, morei em Perth, na Austrália, por 1 ano e 3 meses. Quando fui eu tinha 21 anos e comemorei meu aniversário de 22 anos lá, mas na idade mental eu fui com uns 17 e voltei com uns 35 (kkkkk).
                     
Fui pelo programa Ciência sem Fronteiras. Fiz 10 semanas de um curso preparatório para ingressar na faculdade de lá e depois cursei 2 semestres na Curtin University. Estudo Arquitetura e Urbanismo aqui no Brasil, e lá eu estudei Arquitetura em um semestre e Urbanismo e Design no outro semestre.

Amei de paixão a Austrália e acho que é o melhor lugar pra se fazer um intercâmbio, por que é um país de pessoas maravilhosas e que está muito preparado e muito aberto para receber imigrantes. Tem pessoas do mundo todo lá e eu sempre senti que todas essas pessoas estão incluídas na atmosfera do país de uma certa forma, nunca senti uma segregação.



Realmente me sentia confortável e tinha uma sensação de pertencimento com aquele lugar como nunca senti na minha vida. Tudo contribui pra isso: as pessoas que são bem tranquilas e estão acostumadas com estrangeiros, o clima que é parecido com o nosso, a língua — que apesar de ser língua inglesa, eles têm uma tolerância maior com os diferentes sotaques (acho que porque tem gente de tudo quanto é lugar no mundo).                    

E tive experiências e conheci lugares que nunca imaginei ter ou conhecer. Resumindo: amo de paixão a Aussieland <3

Canadá? Itália? França?

Somos Marcela Falco e  Nicolas Fontes, blogueiros do Diário de Navegador. Nós dois já fizemos intercâmbio de estudo e adoramos compartilhar nossas experiências com leitores de blogs!

Eu, Marcela, fiz um intercâmbio de high school em Abbotsford, no Canadá em 2011 quando ainda tinha 17 anos. Morei lá por 7 meses com uma host family. O Canadá é um dos países mais amigáveis do mundo e os intercambistas são sempre muito bem vindos.



Depois fiz um segundo intercâmbio de mais seis meses em Bolonha, na Itália, graças a um processo seletivo da minha universidade, quando eu tinha 22 anos. Dessa vez eu dividi apartamento com outros estudantes.

Enquanto eu estava na Itália, o Nicolas estava fazendo o mesmo intercâmbio de estudo de seis meses em uma universidade de Dijon, na França, e morou em na residência estudantil da universidade — com 21 anos.



Os três países foram incríveis para intercâmbio. O Canadá é um país super desenvolvido com uma cultura de curtir a família muito grande. Já a Itália e a França tem incríveis facilidades de viajar e muita cultura por metro quadrado. O fato de poder aprender um idioma diferente do inglês foi uma coisa que nos chamou a atenção e adoramos listar como um motivo.

Temos inclusive dois posts que listam alguns motivos para se fazer intercâmbio no Canadá e na Europa em geral.

Malta?


Eu sou a Cristiane Rangel, do blog Pequeno Grande Mundo. Fiz intercâmbio em Malta, um país-ilha tão pequeno que as cidades são como bairros para nós. Fiquei lá por 3 meses no ano passado, 2016, quando eu tinha 36 anos. 

Fui fazer curso de inglês intensivo lá, e fiquei hospedada no alojamento da escola em St. Julians. O que me fez escolher Malta, e o que considero bom para fazer intercâmbio, é o clima mais ameno (fui no inverno e não passei tanto frio, não há neve por lá) e a pouca presença de brasileiros, além de um custo mais baixo em relação a outros países como a Inglaterra, por exemplo. 

Malta foi colônia inglesa e, apesar de os mais velhos ainda manterem o idioma maltês, a maioria da população fala inglês.

África do Sul? Índia? Coréia do Sul? 

Caso você ainda não tenha visto, aqui no blog tem vários posts sobre intercâmbio, contando experiências bem diferentes em vários lugares do mundo. 

Deu para perceber que mesmo em países tão diferentes, todo mundo teve experiências maravilhosas com o intercâmbio? A escolha do país e até da cidade é muito importante, mas o principal é viajar com o coração e a mente aberta para o que vier. E quer saber de uma coisa, você vai voltar para casa completamente apaixonado pelo país e pela cidade onde você morar, sejam eles quais forem!

Conseguiu descobrir qual o melhor país para fazer intercâmbio? Ou pelo menos o seu preferido? Então deixa um comentário e conta pra gente qual é! E se você já fez ou vai fazer um intercâmbio em breve, conta também para onde foi e o que você achou :)

Mergulho em Natal: Parrachos de Maracajaú

Um mergulho em Natal é uma das experiências mais legais que se pode ter na cidade. Na verdade, tudo acontece em Maracajaú, uma vila/praia localizada em Maxaranguape — a cerca de 60 km de Natal. O passeio até os Parrachos de Maracajaú é incrível, e vai muito além do mergulho. Quer ver?

Parrachos Praia Clube

Nosso passeio começou no Parrachos Praia Clube, um restaurante que possui uma excelente estrutura — com piscina e fica de frente para a praia. Nós fomos até lá com o carro que já havíamos alugado, mas o Parrachos oferece transporte (pago) para quem precisar.



Passeio no General


Para quem chegar cedo, um passeio bem legal que eles oferecem é no General, um caminhão do exército 4x4 que vai até o Rio Piracabus — perfeito para quem quer relaxar nas redes que ficam dentro d'água ou praticar stand up paddle. O passeio dura cerca de uma hora, saindo e voltando para o Parrachos Praia Clube.

Restaurante

O restaurante oferece uma boa diversidade de pratos, e eles possuem um chefe especializado em frutos do mar — o que garantiu a fama de um dos melhores restaurantes da região ao Parrachos. Nós comemos uma porção de pastel de camarão, que estava uma delícia! Enquanto eu mergulhava minha família comeu peixe e, quando eu voltei, nós comemos carne com batata frita.

Mergulho em Natal: Parrachos de Maracajaú

Parrachos de Maracajaú é uma barreira de corais localizada há 7km da costa da praia. Para chegar até lá é preciso estar com uma empresa especializada. O Parrachos Praia Clube é uma dessas empresas, que possui uma plataforma nos Parrachos e oferece algumas opções de passeios. 

Primeiro é preciso escolher como chegar até lá, sendo que é possível ir de catamarã ou de lancha — e só esse trajeto já é um passeio e tanto. Ambas as opções já oferecem a permanência na plataforma nos Parrachos, onde é possível praticar mergulho livre — com snorkel e máscara, que já estão inclusos no valor.



O tempo de permanência nessa plataforma é de 1h30m, e durante esse período todo mundo fica livre para aproveitar como quiser. A plataforma tem dois andares, lá eles vendem churrasquinho e bebidas, fica tocando músicas bem animadas e você pode ficar o tempo que quiser na água. Há vários guias que ficam auxiliando quem precisar.


Mergulho com cilindro nos Parrachos de Maracajaú

Para fazer o mergulho com cilindro é preciso fazer uma reserva a parte, além do passeio de catamarã/lancha. O mergulho dura aproximadamente 30 minutos e a todo momento há um instrutor acompanhando. Então, enquanto todo mundo está na plataforma, os instrutores vão chamando pequenos grupos para colocarem o equipamento e começar o mergulho.

Eu nunca havia mergulhado antes e confesso que fiquei um pouco nervosa, primeiro porque eu tenho medo de mar e segundo porque tenho bastante falta de ar. Fiquei com medo de não conseguir respirar direito ou de entrar em desespero lá embaixo, mas sabe o que aconteceu? Foi tudo super tranquilo e a única coisa que eu senti  foi um sentimento de paz enorme. Lá não é muito fundo, então é excelente para quem vai mergulhar pela primeira vez.



Além disso, ainda no restaurante é possível fazer um teste com o equipamento na piscina, para sentir o peso e para aprender a respirar com o cilindro, e isso dá um pouco mais de segurança para quem nunca mergulhou. E antes de começar o mergulho, o instrutor passa todas as orientações, os sinais e tudo mais. Sinceramente, eu achei muito mais fácil respirar com o cilindro do que com snorkel.

Infelizmente a água não estava tão limpinha por causa da chuva, mas mesmo assim a visibilidade estava muito boa e deu para ver vários cardumes. Era muito emocionante a cada vez que eu via os peixinhos passando na minha frente. Passamos no meio dos corais, fomos bem lá no fundo, paramos para fazer fotos... Foi muito legal mesmo!


Dicas importantes para conhecer os Parrachos de Maracajaú

* Leve seus pertences para a plataforma. Eu fui sozinha para os Parrachos, enquanto minha família preferiu ficar no restaurante. Fiquei com medo de levar minhas coisas e não ter onde guardar, então levei só a câmera à prova d'água. Só quando cheguei ao catamarã foi que percebi que poderia (e deveria) ter levado uma toalha e até meu celular, se quisesse. Então leve o que achar necessário, pois tanto o catamarã quanto a plataforma possuem lugar para deixar as coisas.

* O trajeto até os Parrachos pode ser bem frio. Minha viagem foi em julho, no inverno. Apesar de estar bem quente (não tão quente para os moradores da cidade), choveu bastante e não parou de ventar um segundo. No dia que fui aos Parrachos estava bem nublado, juntou com o vento natural do local mais o vento causado pela velocidade do catamarã e eu senti bastante frio até chegar à plataforma.

Mas o problema mesmo foi a hora de ir embora. Além do frio da ida, ainda juntou o fato de eu estar molhada e a maré estar um pouco mais agitada, o que fazia a água bater no catamarã e espirrar em todo mundo que estava lá dentro. Eu quase morri de frio nos 30 minutos que gastamos para chegar ao restaurante. A dica principal é: leve ao menos uma toalha para cortar o vento.




* Você não precisa fazer o mergulho de cilindro para passear até os Parrachos. Como eu disse, o mergulho com cilindro é algo além do passeio de catamarã ou lancha. Você pode ir apenas para fazer snorkelling, por exemplo, ou para acompanhar as pessoas que estão com você. O passeio é pago por pessoa, mas acho que vale a pena mesmo para quem não quiser entrar na água, só pela chance de ver o "Caribe brasileiro" de perto!

Entre em contato com o Parrachos

Se quiser mergulhar também, ou fazer qualquer outro passeio disponibilizado pelo Parrachos, é só entrar em contato com eles :)

Site: http://parrachos.com.br/
Whatsapp (para tirar dúvidas e fazer reservas): (84) 9 8188-2828


* O Foco no Mundo agradece ao Parrachos pela parceria! Lembrando que todas as opiniões contidas aqui são verdadeiras e relacionadas à minha experiência.

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