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5 atrações imperdíveis em Santiago, no Chile

A Camila Lisboa, do blog O Melhor Mês do Ano, mora no Chile e vive indo pra Santiago. Ela compartilhou com a gente 5 atrações imperdíveis na cidade, para você não errar no roteiro!



Santiago anda mais brasileira que nunca! Andar pela Plaza de Armas, ou pelos cerros da cidade é garantia de encontrar MUITOS compatriotas fascinados por uma das capitais mais lindas da América do Sul. E não é por menos, a cidade é charmosíssima e tem uma moldura matadora: a Cordilheira dos Andes.

Quer saber quais são as atrações imperdíveis em Santiago? Confira a lista:

1 - Visitar uma vinícola

Tem opções pra todos os gostos - desde a clássica Concha y Toro, até a orgânica Emiliana. A experiência de estar entre vinhedos e aprender sobre a produção de alguns dos melhores vinhos do mundo é impagável. E a degustação faz tudo ficar mais gostoso...
  Vinícola Emiliana

2 - Brincar na neve

Pode ser no Valle Nevado, Farellones ou ir até Portillo, esquiando ou não, pra gente - brasileiros loucos por neve, conhecer a cordilheira dos andes e a neve é uma experiência inesquecível. Ma s se prepara, faz frio (de verdade) e a neve molha (tem gente que esquece disso... Sério!)
  Valle Nevado

3 - Aprender um pouco da história da América do Sul

Porque viajar também é apredizado, né? E q capital do Chile tem museus que são completos e imperdíveis. O Museu de Arte Precolombino, que fica pertinho da Plaza de Armas e tem uma quantidade incrível de peças de arte desde muito antes da chegada dos espanhóis por aqui. E desde o México até a Antártida.

Museus em Santiago Chile antes de Chile - exposição permanente no Museu de Arte Precolombino

4 - Apreciar a poesia em tudo

O Chile é o único país latino-americano com dois vencedores do Nobel de literatura. Gabriela Mistral - que tem um centro cultural com o seu nome no metrô Universidad Católica e que sempre tem exposições que valem a pena. O outro ícone da literatura é Pablo Neruda, que tem 3 casas-museus espalhadas pela região central do país... E que são muito mais casa do que museu e mostram muito do dia a dia e da personalidade do ícone chileno. Uma visita a La Chascona, a casa em Santiago, é imperdível!

Museus em Santiago Casa Museu La Chascona

5 - Ver Santiago de cima

O SkyCostanera é o prédio mais alto da América Latina e tem um mirante 360º que é espetacular. Pra fechar com chave de ouro e morrer com essa vista linda!
 

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As experiências de um intercâmbio na China

O Matheus Crespo tem 22 anos e morou na China durante dois anos, para estudar. Ele escreve no blog O baú do viajante e compartilhou essa experiência tão diferente com a gente!

Vou morar na China!
"Está doido Matheus?" "Vai fazer o que na China?" "Gente, tanto lugar pra ir..." "Meu filho, não quer procurar um lugarzinho mais perto não?"


Foi mais ou menos essa a reação que quase todo mundo teve antes de eu me mudar pra China. Se você também está se perguntando porquê raios eu resolvi fazer isso, deixa eu te contar... Bom, eu sempre tive muita curiosidade em conhecer a Ásia, é uma coisa que eu nem sei como explicar direito. Mas sabe quando você pensa num lugar e dá um friozinho na barriga, uma vontade gigantesca de entender como aquele lugar funciona, como as pessoas vivem, se era como nos filmes ou não...? Então, era bem esse friozinho que eu sentia toda vez que a palavra Ásia passeava pela minha cabeça. 

Mais tarde eu descobriria que a minha porta de entrada seria a China. Fui pra China estudar, e sem dúvidas foi uma das melhores decisões que já tomei na vida. A oportunidade surgiu através do programa Ciência sem fronteiras, do governo federal, e assim consegui uma bolsa pra estudar na gigante asiática. 

Os chineses:
Muitas coisas fizeram com que eu me encantasse com a terra dos olhinhos puxados, até chegar ao ponto de chamá-la de lar. Os chineses, em geral, são muito receptivos com os estrangeiros. Eles sabem que, principalmente por conta da língua e da cultura, as chances da gente ter alguma dificuldade são grandes. As vezes se perder, as vezes não ter muita certeza do que comer, ou não conseguir fazer alguma coisa, mesmo que simples. 


Então, sempre tive a sorte de encontrar muitas pessoas que me ajudaram. Na rua principalmente, não dá nem pra contar a quantidade de vezes que precisei perguntar alguém um endereço e as vezes a pessoa até me acompanhava até o local. Isso realmente não tem preço. Se sentir querido e bem recebido numa terra estranha é as vezes uma das coisas mais transformadoras quando estamos longe.

A comida:
Mas e as comidas estranhas? Os grilos, gafanhotos, escorpiões, ratos, baratas, cachorros, cobras.... Você comeu?  Essa foi a pergunta mais recorrente.
E a resposta é um belíssimo não, o motivo é muito simples: tudo isso ainda existe na China pra turista ver. Então não era uma coisa que eu encontrava no meu dia-a-dia. Os meus amigos chineses também não comiam isso. Em algumas regiões da China, carne de cachorro ainda é bastante consumida, como na província de Guizhou por exemplo, mas em outros lugares não. 


Quando minha família foi me visitar lá, eu levei eles no mercado em Pequim onde tem os espetinhos de inseto. Mas me recusei a gastar o dinheiro que daria pra uma refeição inteira, só pra comprar um espetinho com 3 escorpiões. Isso não faz parte dos hábitos dos chineses, tudo isso teve origem na época em que a China passou pela grande fome. Mas hoje é só uma fonte de renda em alguns locais turísticos. 


Eu comi sim muita coisa gostosa na China, uma coisa bem boba mas que eu adorava comer era beringela. Tenho uma teoria de que os chineses fazem os melhores pratos com beringela e carne de porco do mundo. Fica a dica aí haha. Contei minhas comidas chinesas preferidas lá no meu blog.

Turismo na China:
Morar na China me deu a chance de conhecer muitos lugares incríveis, desde atrações históricas e culturais até paisagens naturais. Consegui até encontrar paraísos com o céu azulzinho, igual ao que temos aqui no nosso Brasilzão. O que mais me chamou atenção na China como um destino turístico, foi a diversidade cultural que o país tem, cada província, cada região oferece diferentes atrativos. Em outras palavras, cada lugar que você vai a comida é de um jeito, o dialeto também muda, os costumes, as vezes a arquitetura, o clima... Então não espere encontrar um padrão na China inteira, porquê pra nossa sorte, não há. Viajar por lá, logisticamente é bem fácil, dá pra chegar em quase qualquer lugar de trem.



Perrengues chineses:
Claro que viver do outro lado do mundo gera umas histórias bem engraçadas, né? Principalmente quando os nosso queridos amigos chineses, resolvem não ser tão queridos assim. Me lembro bem de uma discussão acalorada no Mc Donald's por causa de um estrangeiro atrevido que achou que tinha o direito de pedir 5 ketchups pra comer o lanche. Claro que esse estrangeiro era eu, hahaha! Sim, isso aconteceu e, segundo o gerente, 5 sachês é ketchup demais. 

E o que falar das pessoas que insistiam em dizer que minha carteirinha de estudante não servia pra pagar meia? Detalhe, num lugar onde eu já tinha pagado meia muitas vezes. Sem contar os restaurantes que insistiam em servir comida apimentada ou se diziam incapazes de cozinhar sem pimenta. 

Tudo isso me rende boas risadas até hoje! Tudo bem que na hora mesmo, eu queria abrir a cabeça da pessoa pra ela entender meu ponto de vista, que pra mim era extremamente simples. Mas depois descobri que a magia de viver numa cultura diferente está justamente aí. Perceber que a gente não vai conseguir abrir a cabeça de ninguém pra mostrar que estamos certos e aprender a lidar com isso é maravilhoso.  Se ficou curioso, você pode ler o post sobre esse lado mais esquisitão dos chineses



A melhor parte:
O que fez a China se tornar tão especial pra mim foi a sensação de todo dia descobrir algo novo, mesmo depois de dois anos. Não precisava mais que uma caminhada no bairro onde morava pra ver alguma coisa diferente. Esse sabor de descoberta que eu sentia todos os dias, era sem dúvidas o ponto mais estimulante de viver num lugar tão distante e diferentão.  

Sabe àquela sensação de que sua vida nunca vai ser monótona e que você não vai esgotar a fonte de descobertas do lugar onde você está? Então, é bem disso que eu estou falando. Fosse aprendendo uma palavra nova no letreiro de uma loja, experimentando um petisco diferente ou encontrando um grupo diferente de senhoras dançando na praça. Tudo era um convite para o novo e é por isso que eu amo a China!

Que experiência incrível, né? Se gostou, acompanhe o Matheus nas redes sociais! Facebook e Instagram

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Como é voar para a Europa pela Ethiopian Airlines



Minha primeira viagem para a Europa foi com a Ethiopian Airlines, uma companhia aérea da Etiópia que até então eu nunca tinha ouvido falar. Era novembro de 2014 e eu achei uma super promoção de passagem de São Paulo para Frankfurt. Meu namorado estava morando na Alemanha, então essa era a oportunidade perfeita para visitá-lo.

Fiquei toda empolgada, mas quando prestei atenção vi era um vôo de 26 horas, saindo de São Paulo (e eu moro em BH), passando por dois países africanos e só então chegando na Alemanha. Além disso, era de uma companhia que eu nem sabia da existência. Fiquei com medo, mas pesquisei um pouco e li relatos de pessoas que tiveram boas experiências. Então, resolvi aproveitar a oportunidade e, duas semanas depois estava em solo europeu.

Eu comprei minhas passagens pelo Decolar, mas também é possível fazer a compra diretamente no site da companhia, precisando apenas de um cartão internacional.

A COMPANHIA
A Ethiopian é a única empresa que voa no Brasil com o avião mais moderno do mundo, o Boeing 787 Dreamliner. Todos os voos que saem daqui fazem escala em Lomé, capital do Togo, e conexão em Addis Abeba, capital da Etiópia.

No Brasil, os voos saem e chegam apenas em Guarulhos e, pelo preço relativamente baixo, é uma ótima opção para quem quer ir para outros continentes, principalmente África, Ásia e Oceania. Durante as "milhares" de horas de voo, conheci algumas pessoas que estavam indo para a África do Sul e outras voltando da Tailândia.

OS VOOS
De Guarulhos até a Etiópia, o voo foi no tal avião mais moderno do mundo, enorme e super espaçoso! Ele é dividido em três fileiras, cada uma com três assentos. Por ser muito grande, e não muito popular no Brasil, o avião estava bem vazio. Na volta, eu vim da Etiópia até São Paulo com três banco só para mim e dormi muito!

Escala em Lomé, Togo
Já vou logo pedindo desculpas pelas fotos, que estão horríveis. Nem pensava em ter blog naquela época, então não me preocupei em fotografar.

A escala em Lomé durou menos de duas horas e eu nem pude sair do avião. Chegando na Etiópia eu tive que descer, já que o próximo voo sairia apenas quatro horas mais tarde e haveria troca de aeronave. No próximo tópico eu falo um pouco melhor sobre minhas horas em Addis Abeba.

Apesar de super simpática, a tripulação não fala nem uma palavra em português e acredito que nem em espanhol. Todos os avisos eram dados em inglês e amárico, idioma oficial da Etiópia. Para mim, a pior parte do voo foi o entretenimento, ou a falta dele. O avião tem televisão e várias opções de filmes, mas a maioria era filmes africanos e alguns não tinham nem mesmo legenda em inglês. Então, se você for voar pela Ethiopian, principalmente com crianças, leve suas próprias opções de entretenimento. Cada assento tem uma tomada USB, então dá para carregar celulares e tablets.

A comida também foi um pouco complicada, mas foi uma experiência legal. Eu nunca comi tanto em um avião igual comi nessa viagem. Se não me engano, de SP até Addis Abeba foi oferecido um jantar, um lanche de madrugada, café da manhã e almoço. De Addis Abeba Até Frankfurt ainda ofereceram jantar e café da manhã. E após todas as refeições, as comissárias ainda passavam oferecendo chá e café.

Todas as opções eram muito boas e bem servidas. O único problema é o tempero, bem característico e completamente diferente do que estamos acostumados aqui no Brasil. Lembro que em uma das minhas refeições tinha um frango com molho de amendoim e nas outras os temperos eram muito presentes. Nem tudo eu consegui comer até o fim, pelos sabores muito fortes, mas no geral a comida era bem gostosa.



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A CONEXÃO EM ADDIS ABEBA
Eu viajei em 2014, justo quando estava tendo um surto de ebola. Por causa disso, assim que descemos do avião na Etiópia, tivemos que fazer um "teste" para verificar se não estávamos com o vírus. Era um teste super simples, apenas aproximando um aparelhinho da testa de todos os passageiros para verificar a temperatura. Como o teste deu negativo para o vírus, logo fui liberada (e acredito que todos os outros passageiros também).

Como eu iria pegar outro voo, não precisei passar pela imigração. Minha mala foi direto para a Alemanha, então estava apenas com a bagagem de mão. A espera foi um tédio, mas foi super tranquila. Passei quase uma hora tentando conectar a internet, mas não consegui. Fiquei dando voltinhas no aeroporto, por que não aguentava mais ficar sentada. Passei em algumas lojinhas, que vendem vários souvenirs e produtos típicos, mas não pude comprar nada pois eles só aceitavam a moeda local e dólar.

Meu passatempo foi prestar atenção nas pessoas que passavam por mim. Vi gente do mundo inteiro e fiquei maravilhada quando vi africanos com aquelas roupas "típicas" que vemos muito em filmes, sabem? Aquelas túnicas enormes e super largas, e aqueles chapéus com o topo reto, que depois eu descobri que se chamam Kufi.

Antes de viajar eu vi muita gente falando que o aeroporto de Addis Abeba "parecia uma rodoviária" e que era super desorganizado, mas eu achei super de boa. Apesar de super simples, achei suficientemente organizado, com lugares confortáveis para sentar, tudo limpinho e estava bem tranquilo nas duas vezes que estive lá.

Uma bela #sqn foto do aeroporto de Addis Abeba. 

Foi um voo muito cansativo e como eu estava sozinha foi bem tedioso. Mas valeu muito a pena pelo preço e pela riqueza cultural que eu adquiri nessas 52 horas de ida e volta. Eu conheci tanto sobre a cultura africana através da comida, das pessoas e do tempo que passei no aeroporto, que me encantei ainda mais pelo continente. Espero poder voltar em breve para explorar cada cantinho da África!


Quer ler sobre a experiência de outras pessoas? A Gabi Moniz e o Fabrício Faria, do Projeto 101 países, voaram para a Ásia pela Ethiopian.
Também tem a história da Camila Rocha, que passou alguns perrengues a caminho do Japão.

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