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Seguro viagem é realmente necessário?

Muita gente vem me pedir informação sobre seguro viagem e eu sempre escuto coisas do tipo: "mas é realmente obrigatório?" ou "não queria gastar dinheiro com isso". Meu conselho é sempre o mesmo: mesmo se não for obrigatório, NUNCA viaje sem seguro! Acidentes e doenças são imprevisíveis, podem acontecer a qualquer momento e em qualquer lugar do mundo. Mesmo que você tenha planejado cada segundo das suas férias dos sonhos, imprevistos acontecem e nessas horas é importante ter uma segurança extra.

Eu sempre indico o seguro da Mondial, que é parceira do blog e oferece 15% de desconto para os leitores do blog. É só clicar aqui e usar o código AFILI2016. 
Se preferir, você pode fazer comparar os preços de várias seguradoras através da Real Seguros.


Em alguns países o seguro é obrigatório.
Isso varia de país para país. Em alguns é obrigatório ter o seguro, e caso você não tenha corre o risco de ser deportado antes mesmo de entrar no país de destino. É o caso dos países europeus que fazem parte do Tratado de Schengen, que ainda exigem que a cobertura seja de no mínimo 30 mil euros. Em outros países como Cuba, Venezuela e Austrália o seguro também é obrigatório. Antes de viajar, não deixe de pesquisar as regras e exigências do seu país de destino para não ter problemas ao chegar lá.

Imprevistos acontecem.
Então, você descobriu que seu país de destino não exige seguro, um gasto a menos, ótimo né? Não necessariamente... Como eu já disse, acidentes e imprevistos podem acontecer, e eu não estou sendo pessimista, apenas realista e prevenida. Não tem nada pior que precisar de atendimento médico quando se está em um país desconhecido, onde talvez você não fale o idioma, não conheça nenhum hospital e muito menos um médico de confiança. Essa semana eu vi uma discussão em um grupo de mochileiros, na qual um rapaz disse que não achava necessário fazer seguro viagem e que isso dependia da confiança do viajante. Mas alguém aí confia 100%  que nada vai dar errado? 

Corremos mais riscos durante as viagens.
Por favor, não me entendam mal. Não estou dizendo que viajar é perigoso, nem quero deixar ninguém assustado. Mas, durante uma viagem, nós normalmente caminhamos e fazemos mais esforços físicos que o normal, muitas vezes passamos por uma brusca mudança de temperatura, comemos comidas diferentes... Sem contar que podemos cair e machucar, ficar gripados, sentir dor de dente, pegar algum vírus ou comer alguma coisa estragada, coisas que poderiam acontecer com qualquer pessoa estando em casa ou do outro lado do mundo. A Camila Lisboa contou no seu blog sobre o dia que pegou Chikungunya na Colômbia e o Rozembergue contou sobre os dias que ele ficou de cama no Chile.


Você vai economizar muito se tiver o seguro e precisar de atendimento.
Caso aconteça alguma coisa, se você tiver contratado um bom seguro você pode entrar em contato com a empresa que irá te encaminhar até um bom hospital ou enviar um médico até seu hotel. Normalmente o seguro também paga os medicamentos e exames necessários. Sem o seguro, você provavelmente terá que desembolsar um bom dinheiro pelo atendimento médico e tudo mais que for necessário, já que a maioria dos países não oferece serviços públicos de saúde. E essa conta costuma sair bem cara! Além de ter que pagar pelas despesas médicas, sem seguro você terá que se virar para encontrar um hospital, farmácia... Agora imagine se acontece algo mais grave, você precisa se internar, mudar a data de volta para casa ou precisa que alguém saia do Brasil para te acompanhar. Se tiver o seguro, ele irá pagar tudo isso, caso contrário seu prejuízo será enorme.

O seguro oferece outras assistências.
Além da assistência médica, a maioria das empresas oferece assistência jurídica, pagamento de fiança, orientação caso você perca seus documentos e indenização caso sua bagagem seja extraviada.

Como eu, graças a Deus, nunca precisei usar o seguro de viagem, pedi o depoimento de alguns amigos blogueiros que já precisaram. São histórias reais, para vocês verem que nunca é demais se prevenir.

"Na minha viagem ao Chile, devido as baixas temperaturas acabei ficando muito gripada. E depois do dia que fizemos snowboard e ficamos o dia todo na neve, senti que os sintomas pioraram bastante e temendo uma pneumonia resolvi ligar para o seguro viagem. Foi muito bom, pois logo solicitaram o atendimento e o médico veio me atender no hotel, às oito horas da noite. Ele avaliou o meu quadro e  já me deu os remédios que eu precisava tomar. Tudo muito tranquilo, sem stress nenhum. Não tive que desembolsar nenhum valor extra e fui muito bem atendida, podendo continuar a viagem sem problemas!" Tássia Corina do blog Com os pés no mundo.

"No meu primeiro mochilão pela América do Sul em 2007, acabei deixando o seguro viagem de fora. Embarcamos para uma viagem maravilhosa que virou um desastre no primeiro dia. O voo para a Bolívia foi cancelado, mas conseguimos uma transferência para o Chile, que não estava no roteiro, e foi uma empolgação só. Chegamos no Chile sem lugar para ficar, arrumamos um albergue e fomos. Estava louca por um banho após um final de semana inteiro no aeroporto e mal sabia o que me esperava. Escorreguei entrando no banheiro e pum! No PRIMEIRO dia da viagem eu fraturei o úmero. Na manhã seguinte a dor era grande e fui parar em um hospital próximo, eu não falo espanhol e só entendi o médico falar de um tal de "pino". Eu sei que no final me imobilizaram, paguei uns U$100 (dólares) neste hospital. De lá saí atrás de um ortopedista que falasse inglês para que eu pudesse saber o que aconteceu de verdade, e lá foram mais U$300 em consulta, mais o raio X,  mais alguns remédios para amenizar a dor e a recomendação de voltar para o Brasil. Além de toda a perda de dinheiro nas consultas, remédios, foram as ligações, as andanças atrás de um médico, pagar a taxa administrativa para remarcar a passagem e toda a frustração da volta para casa depois de tantos planos." Juliana Brandão, do blog Arrumei as malas e parti.

"Meu filho mais velho era asmático. Usamos o seguro várias vezes em Villa la Angostura, em Bariloche e em San Martin de los Andes. O médico ia ao hotel sem problema. Em San Martin ele teve que ir ao hospital público fazer nebulização. Recomendo demais procurar seguro de saúde, pela segurança e tranquilidade." Adriana Magalhães, do blog Atravessas Fronteiras.


Além do seguro viagem, também é muito importante ter um seguro para o carro, caso você vá alugar um. Veja a experiência da Viviane Inglez, do blog Trilhas e Cantos.

*Comprando seu seguro através dos links indicados aqui, o blog ganha uma pequena comissão e você não paga nada a mais por isso (na verdade você pode ganhar um desconto!). Assim você apoia meu trabalho e ainda vai viajar com mais segurança!

Como é a experiência de trabalhar na Disney?

A Alyssa Prado participou do programa de intercâmbio de trabalho na Disney em 2013/2014 e hoje ela compartilha um pouco de suas experiências com a gente. Ela também tem um blog de viagens muito legal que vale muito a pena conhecer!

Desde que eu descobri que brasileiros podem trabalhar na Disney esse foi o meu maior sonho. Daqueles que a gente programa tudo ao redor para fazer dar certo, sabe? Por isso fiquei muito feliz em ser convidada pela Débora para contar um pouco da melhor experiência da minha vida. 

Antes de tudo, para quem não está familiarizado, deixa eu explicar. A Disney oferece um programa de intercâmbio para estudantes de ensino superior que tenham mais de 18 anos e falem inglês fluente. Atualmente ele se chama Cultural Exchange Program (CEP) e é oferecido pela empresa STB. 

Primeiro dia de trabalho foi o Traditions, treinamento da Disney para nos ensinar todas as tradições da empresa.

Dentro desse programa existem diversos papéis, ou "roles", que você pode interpretar. Pode ser que você trabalhe nas lojas como merchandise, nos brinquedos como operations, em restaurantes como quick service, ou até dando vida aos personagens como character performer. Na minha entrevista eu falei que queria trabalhar nas lojas, mas ainda bem que me colocaram para Attractions. Eu trabalhei de novembro até fevereiro no Living with the Land, um atração bem calma de barquinhos dentro do The Land, no Epcot. Para quem já foi e n não se lembra: é o brinquedo esquecido ao lado do Soarin'. 

Por ser um brinquedo pouco popular, o pessoal que trabalha nessa atração cuida das funções do prédio inteiro. Isso quer dizer que nós eramos responsáveis por ficar no lobby tirando as dúvidas das visitantes, ficar fora do prédio informando o que tinha para fazer lá dentro, trabalhar no brinquedo, trabalhar no teatro que tinha no andar de cima e até estacionando carrinho de bebês do lado de fora e impedindo que eles entrassem no prédio.

Meu amigo Arnon, que trabalhava em outra parte do Epcot, me fazendo uma visita (ou seja, indo no Soarin) enquanto eu trabalho no lobby do The Land.

As partes fora dos brinquedos eram as minha favoritas, por serem posições onde você está lá apenas para, digamos, conversar com os guests (como a Disney chama os clientes), e você interage muito. Conheci guests do mundo todo, dei várias dicas sobre como aproveitar melhor o parque e ajudei muitos brasileiros, os quais ficavam animadíssimos quando descobriam que eu falava português. 

Apesar de ser um trabalho sem mistérios, não era super fácil. Todos os funcionários devem, por exemplo, sorrir o tempo inteiro e ficar de pé enquanto estiverem trabalhando. Isso mesmo, durante as duas horas sem intervalo você não pode sentar, e tinham vezes que os shifts eram de 12 horas! Era cansativo e tinham dias que pareciam intermináveis, mas sempre valia a pena quando a gente deixava o dia de alguém um pouco mais mágico. 

Trabalhando como PAC no Magic Kingdom! Era o único trabalho extra que eu podia pegar que não fosse no meu brinquedo, já que não exigia treinamento. :(

Ao meu ver, o único problema de trabalhar nas atrações é que você só pode fazer turnos extras nesse mesmo brinquedo, já que seu treinamento foi super específico. No meu caso, onde o brinquedo era pouco popular e a gente sempre tinha funcionários em excesso, era quase impossível trabalhar horas a mais. Enquanto isso, em roles como quick service o treinamento é mais geral, então meus amigos que trabalhavam em restaurantes podiam trabalhar em vários lugares diferentes. Eu sempre era a com menor salário do grupo hahaha. 

Dias sem trabalho eram dias para visitar os parques e tirar muuitas fotos com personagens! Esse é o Duffy e ele é um amor.

Nos dias em que eu não trabalhava, aproveitava para visitar os outros parques. Como Cast Member (nome dado aos trabalhadores da Disney), eu tinha direito a entrada grátis em todos os parques, além de 40% de desconto em produtos. Nem preciso dizer que voltei com uma mala só de bichos de pelúcia, né? 

Com certeza esses dias eram os melhores, e as vezes eles envolviam um café da manhã com personagens. Se você já foi para a Disney e não teve essa experiência eu recomendo que você experimente pelo menos uma vez. Você come tudo o que quiser e ainda consegue várias fotos fofas sem esperar na fila. Eu e meus amigos fomos em 6 diferentes, cada um mais delicioso que o outro! 

Café da manhã no Cape May, no Disney's Beach Club Resort.

Como todo mundo que faz parte desses programas de universidade, eu morava em um condomínio próprio da Disney, o Chatham Square. Eram um complexo fechado, com vários blocos e mais de 6 unidades em cada bloco, cabendo até 8 pessoas em alguns apartamentos. Sim, a quantidade de estudantes que trabalha lá é enorme, e essa é uma das melhores partes. 

Pelo programa ser oferecido para várias partes do mundo, você fica em contato com as mais diferentes culturas. Tive amigas que moraram com chinesas, francesas, australianas.. Morei com duas brasileiras e três americanas, e deixa eu falar, a convivência não foi nada fácil. Foi briga pela temperatura do ar condicionado, expulsão da nossa festa de natal e por aí vai. Mas com certeza me tornou uma pessoa mais paciente e disposta a tolerar as manias dos outros.

Eu e minhas roomies com as nossas costumes, as roupas de trabalho. Engraçadas, né?

Mas deixa eu falar sobre o mais importante. Não foi o trabalho no lugar mais mágico do mundo, a convivência com várias culturas, a oportunidade de visitar os parques de graça ou os descontos que fizeram desse intercâmbio uma das melhores experiências da minha vida. 

Como dizia o próprio Walt Disney, “It takes people to make a dream reality”. Sem os amigos que eu fiz, aqueles que chegavam no meu apartamento a 1 da manhã para tomar sorvete, ou que me acordavam as 7 horas para irmos para os parques cedo, nada disso teria sido tão incrível. Mais do que pontos no currículo, trabalhar para o Mickey me trouxe amizades que eu cultivo até hoje, e que eu espero levar pra sempre!


Se você tiver a oportunidade de fazer esse programa não pense duas vezes, apenas faça! Vai mudar a sua vida da melhor maneira possível. 

 Keep the Magic
Alyssa

Intercâmbio: Curso de inglês nos Estados Unidos


Fazer um intercâmbio é uma das experiências mais enriquecedoras que alguém pode viver! Desde criança eu sonhava em fazer um intercâmbio nos Estados Unidos e em 2013 eu tive a oportunidade incrível de fazer um curso de inglês. Eu já fiz um post aqui no blog, explicando se eu acho que vale a pena fazer um intercâmbio de um mês, mas não me aprofundei muito na experiência. 

Resolvi gravar um vídeo respondendo a TAG "Intercâmbio", assim já falo de vários assuntos de uma só vez. No vídeo eu contei um pouco da experiência de morar em uma casa de família americana, comidas gostosas, a escola que estudei, amizades com árabes e muita coisa legal que aprendi, além de mostrar algumas fotos! Eu estudei na Kaplan, uma escola só para estrangeiros que indico muito!


Com certeza essa foi uma das melhores viagens que já fiz, realizei tantos sonhos e aprendi tanta coisa que vou levar comigo pra sempre. Philly sempre vai ter um lugarzinho especial no meu coração e sempre será minha casinha! Se quiserem saber mais alguma coisa sobre essa experiência é só deixar um comentário <3

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