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Viagem para Natal - RN: roteiro, hospedagem, passeios e dicas

Acabei de voltar da minha viagem para Natal e já estou morrendo de saudades dessa cidade incrível! Essa foi a melhor viagem que já fiz dentro do Brasil e recomendo para todo mundo! Passeios super legais e diferentes, pessoas sempre alegres e divertidas (e com um sotaque fofoooo), comida gostosa, preços acessíveis, clima gostoso e milhares de outros adjetivos.

Sim, eu fiquei encantada por Natal e já quero voltar! A capital do Rio Grande do Norte é apaixonante e não conheço ninguém que já tenha ido e não goste da cidade. Para te ajudar a começar a planejar sua viagem agora mesmo, vou dar dicas de hospedagem, passeios em Natal e alguns outros detalhes importantes:

Onde ficar em Natal

Vista do apartamento em Ponta Negra com o Morro do Careca à direita

A maioria dos passeios e atividades turísticas em Natal não fica exatamente em Natal, então não adianta querer ficar perto dos atrativos, pois eles são bem distantes uns dos outros. O ideal na cidade é ficar nas áreas mais turísticas, que são Ponta Negra e Via Costeira.  

Nesses dois locais é onde tem mais hotéis e restaurantes e é onde a maioria das empresas consegue buscar os clientes para levar para os passeios — geralmente, gratuitamente.

Sugestões de hospedagem em Natal


Eu e minha família nos hospedamos em Ponta Negra, em um apartamento que alugamos pelo Airbnb (clique aqui para ganhar desconto na primeira reserva). Valeu super a pena, pois éramos cinco e ficou super em conta! Esse apartamento fica no Littoral Maximum Flat, um prédio super alto e lindo que também funciona como hotel e possui suítes para até quatro pessoas.

Um hotel que também fica em Ponta Negra e eu vi que vários blogueiros se hospedaram lá é o DBeach Resort. Eu cheguei a entrar no estacionamento uma vez, quando o ônibus de algum passeio estava deixando algumas pessoas lá, e achei o hotel bem bonito. Também passei na frente uma vez durante o dia e parecia estar bem animado!

Uma coisa bem legal é que hospedagem em Natal não é tão caro — talvez um pouquinho no verão —, então dá para ficar em um local com um pouquinho de luxo sem gastar tanto. Algumas opções legais que encontrei no Booking são: Golden Tulip, Elegance Flat e Kristie Resort — todos em Ponta Negra.

E é claro que não poderia faltar opções para os mochileiros que querem conhecer essa cidade incrível! Alguns hostels com preços ótimos, boa localização e boa nota no Booking são: Get Up Hostel e Rock'n Hostel.

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Meu roteiro de 6 dias em Natal

Nós saímos de BH em uma segunda feira a noite e chegamos em Natal na madrugada de terça feira. Na segunda feira seguinte já estávamos em BH novamente, então tivemos somente seis dias na cidade.

Se você só gosta de ficar na beira da praia relaxando, talvez Natal não seja o melhor destino para você, já que o forte da cidade são os passeios e as melhores praias ficam um pouco afastadas da área mais central. Mas eu garanto que mesmo quem tem esse perfil vai amar os passeios de Natal, pois são todos maravilhosos.

Conseguimos fazer praticamente tudo que queríamos, mas confesso que eu gostaria de ter ficado mais uns 3 ou 4 dias, para fazer mais algumas coisas e também para tirar alguns dias de "descanso" no meio do roteiro, só para ficar na beira da praia fazendo nada, rs.

Eu vou fazer posts detalhados sobre cada passeio e atividade que fizemos, então fiquem tranquilos e de olho aqui no blog!


Dia 1: Ponta Negra e Morro do Careca

Nós chegamos em Natal de madrugada, então no primeiro dia acordamos um pouco mais tarde e fomos conhecer a praia de Ponta Negra, bem em frente de onde estávamos hospedados. É uma praia bem movimentada, tem várias barracas e vários passeios/atividades, como banana boat, stand up paddle e uma bóia redonda e gigante que eu não sei o nome.

Também é em Ponta Negra que está localizado o Morro do Careca, um dos principais cartões postais de Natal. Antigamente ele era utilizado para fazer "skibunda", mas para preservar o local a prática teve que ser proibida. Mesmo assim, é um lugar bem bonito e que vale uma foto!

Assim que chegamos ao Morro do Careca o tempo virou e começou a chover bastante. É incrível como o clima dessa cidade tem a capacidade de mudar tão rapidamente, rs. A chuva durou pouco, e logo o sol apareceu novamente. Mas aí nós fomos comer em uma pastelaria chamada Pastel Paulista e depois voltamos para o apê.

Dia 2: passeio de quadriciclo e catamarã



O segundo dia foi de muito passeio e de paisagens incríveis! A convite da empresa Terra Molhada fizemos dois passeios muito legais, um de quadriciclo e outro de catamarã. Eles nos buscaram no apê antes das 9h e nos levaram para o ponto de apoio da empresa. De lá pegamos o quadriciclo e passamos por várias lagoas e lugares lindos. 

Assim que voltamos ao ponto de apoio da Terra Molhada, pegamos uma van que nos levou à praia onde estava nos esperando o catamarã. Foi um passeio bem gostoso até as piscinas naturais de Pirangi, onde pudemos fazer snorkelling e nadar um pouco. Depois ainda passamos por outras praias e alguns pontos interessantes da região.

Terminando o passeio nós almoçamos na Terra Molhada e de lá eles nos levaram novamente para onde estávamos hospedados.

Dia 3: Praia de Pipa



No terceiro dia nós fomos conhecer Pipa com a Luck Receptivo. Eles nos buscaram no apartamento antes das 8h da manhã em um ônibus e pegamos a estrada. De Natal até Pipa a viagem dura aproximadamente 1h30, mas o caminho passa bem rápido pois a guia e o fotógrafo vão nos entretendo e nos fazendo acordar.

Em Pipa o roteiro foi: Praia do Madeiro — onde pudemos avistar alguns golfinhos bem na beirada da praia, Praia do Amor — onde almoçamos e conhecemos o Chapadão e, por fim, fomos conhecer a Vila de Pipa, um lugar bem fofo. 16h30 já estávamos no ônibus a caminho de Ponta Negra, onde chegamos por volta das 18h.

Dia 4: mergulho nos Parrachos de Maracajaú



Eu sempre quis mergulhar, e tive a oportunidade nessa viagem graças a um convite do Parrachos Praia Clube. Nós pegamos o carro cedinho e fomos até Maracajaú, que fica em Maxaranguape — a cerca de 50 km de Natal — e é um restaurante com piscina e uma estrutura bem legal, fica de frente para a praia e oferece passeios e mergulho.

Chegamos lá por volta de 11h e a primeira embarcação para mergulhar sairia as 12h30. Estava um pouco nervosa, pois eu ia sozinha, mas foi muito legal! O catamarã nos deixou em uma plataforma a 7km da praia, onde podíamos fazer snorkeling. E depois, o mergulho com cilindro e um instrutor. O meu mergulho foi bem rapidinho, mas foi uma delícia!

Depois voltamos para o restaurante, almoçamos e pegamos o caminho de volta para "casa". A viagem de Ponta Negra até Maracajaú dura aproximadamente 1 hora.

Dia 5: Ponta Negra e shopping

Esse foi um dia mais relax, pois queríamos descansar um pouquinho (descansar das férias? haha). De manhã ficamos em Ponta Negra novamente, sentamos em uma barraca e passamos um tempo ali. Fez sol, caiu uma chuva, comemos muito camarão e foi uma delícia.

De tarde eu fui para o Shopping Midway encontrar uma amiga e ficamos lá até a noite. Ele é um pouquinho longe de Ponta Negra — uns 25 minutos de carro, mas é o maior shopping da cidade, segundo o motorista do uber. De lá nós ainda demos uma passadinha no Natal Shopping.

Dia 6: passeio de buggy



O último dia da viagem foi um dos mais legais! Eu e minha avó fomos fazer o clássico passeio de buggy pelas dunas de Natal. O bugueiro nos buscou no apartamento 8h15, passamos para pegar outro casal que dividiria o buggy conosco e fomos em direção ao litoral norte.

O passeio é bem legal e passa por praias, lagoas e por várias dunas, com duração de aproximadamente 6 horas. Pouco depois das 14h já estávamos no apartamento, com areia até no pensamento. Tomamos um banho, descansamos um pouco e ainda demos uma voltinha em uma feirinha de artesanato para comprar umas lembrancinhas.

Natal/RN: Dicas de viagem

Transporte do aeroporto até o hotel

Nós alugamos um carro pela Rentcars, pois chegaríamos de madrugada e éramos cinco, então não caberíamos em um uber/táxi. Mas, assim que saímos da área de embarque do aeroporto nós demos de cara com vários stands de empresas de transporte, oferecendo transfer até Ponta Negra. Então, essa é uma boa opção para quem não quiser alugar carro por lá.

Transporte na cidade

Ainda sobre transporte, alugar carro é ótimo pela liberdade que ele oferece e assim você pode fazer o que quiser na hora que quiser. Mas, para quem não dirige ou não quer alugar, dá para se virar tranquilamente por lá com uber ou com o transporte dos passeios e restaurantes. A maioria das empresas busca os clientes no hotel para algum passeio e alguns restaurantes oferecem esse serviço também.

Passeios em Natal - Buggy compartilhado

A maioria dos passeios em Natal é para duas ou quatro pessoas. Então, se você tiver em um número ímpar provavelmente vai acabar pagando mais caro em algumas coisas. 

No passeio de buggy, por exemplo, você pode alugar um buggy exclusivo que cabe até quatro pessoas e custa entre 350 e 450 reais. Esse valor é pelo carro, então você vai pagar a mesma coisa independentemente se for uma pessoa ou se forem quatro. Se forem cinco, por exemplo, aí é necessário alugar dois carros — o que acaba saindo um pouco caro.

Mas, caso sejam apenas duas pessoas e não façam questão de pagar o valor fechado por um buggy exclusivo, uma ótima opção é procurar uma empresa que alugue buggys compartilhados. Vocês pagam metade do valor do buggy e vão com outras duas pessoas desconhecidas que pagarão a outra metade. Nós fizemos isso, pois nem todos queriam fazer o passeio, e valeu muito a pena!

Inverno em Natal

Nós fomos para Natal em julho, inverno e época de chuvas. O clima da cidade muda de uma hora para outra, porque lá venta muito e as nuvens estão sempre se mexendo. Então, em dois minutos um céu azul pode se transformar em uma super chuva, que cinco minutos depois já passou... 

Eu moro em BH e já estava acostumada com o super frio que estava fazendo aqui, então nem cheguei a sentir frio lá — a menor temperatura que pegamos foi 22 graus. Mas minha amiga que é de lá estava morrendo de frio, então quem mora em lugares quentes deve ir preparado. 

O problema maior é o vento, então é bom levar pelo menos um casaquinho para garantir, um guarda chuva se você achar necessário e as roupinhas básicas de calor para curtir a praia. Nós levamos um monte de roupas de frio e não usamos nada!

Custos de uma viagem para Natal

Uma viagem para Natal pode até não ficar barata se somar o preço de todos os passeios e da passagem aérea. Porém, hospedagem, alimentação, gastos na praia e todo o resto tem um preço bem justo e muito menor que em outras cidades como Salvador e praias do Espírito Santo ou Rio de Janeiro, por exemplo.

O valor dos passeios pode variar um pouco, mas eles ficam em uma média de 100 reais por pessoa (por passeio). 

Já deu para perceber que essa cidade é incrível e só tem coisa legal para fazer, né? Lá no instagram tem várias fotos da minha viagem para Natal e eu tô sempre postando por lá e no stories. Então me segue para ficar por dentro de todas as novidades e acompanhar minhas próximas viagens em tempo real!

* Um agradecimento super especial à Fabíola da Secretaria de Turismo, à Terra Molhada, à Luck Receptivos e ao Parrachos Praia Clube pela parceria incrível nessa viagem!

Jogo de escape: minha experiência no Escape Time em BH

O Escape Time é uma franquia de jogos de escape que possui salas em Belo Horizonte, Brasília, Goiânia, Rio de Janeiro e São Paulo. Eu e alguns blogueiros do @uaitravelmg fomos convidados para conhecer uma das salas do Escape Time. Mas, eu já havia jogado lá uma vez, quando eles fizeram um evento para a imprensa. Então, vou contar um pouco sobre as duas experiências e dar a minha opinião sobre as salas.


O Escape Time em BH

O Escape Time de BH está localizado na Rua Orange, 92 — atrás do Pátio Savassi. Assim que sua turma chega lá, é preciso fazer um cadastro de cada jogador. Depois todo mundo segue para uma salinha para receber as instruções e assistir um vídeo sobre a sala escolhida. 

Uma coisa que eu acho super legal no Escape Time é que eles possuem uma cela na recepção, o que faz as fotos ficarem bem diferentes. Outra coisa que eu acho muito incrível é que eles oferecem meia entrada para estudantes, menores de 21 e maiores de 60 anos. O valores (inteira) são: R$69 por pessoa de segunda a sexta e R$79 no sábado e domingo.

Além das salas comuns, o Escape Time possui o TruckEscape, que ao invés do jogo ser em uma sala é em um caminhão. Aqui em BH ele ainda não é fixo, mas vale a pena acompanhar no site para saber quando ele estará funcionando. A diferença desse jogo para o normal é que ele dura somente 30 minutos ao invés de 60, e o preço é menor.


As salas do Escape Time

Em Belo Horizonte, o Escape Time conta com 3 salas diferentes: Alcatraz, Quarto 66 e o Expresso do Oriente. Eu já joguei o Quarto 66 e o Expresso, mas quero muito jogar o Alcatraz também, que parece ser a sala mais difícil!

Quarto 66 e seus segredos templários

"Você herdou um Hotel de um parente que morreu há muito tempo. Seu quarto 66 é cercado de mistérios e dizem que o Sr. Bernand de Clairvoux era guardião de um grande tesouro dos cavaleiros templários. Mas o hotel será demolido em 1 hora. Este é o tempo que você tem para achar o tesouro. Boa sorte, você vai precisar."

Essa foi a primeira sala que joguei no Escape Time, durante um evento que eles organizaram para a imprensa. Eu e o Luiz jogamos com outras 6 pessoas. Foi um pouco estranho porque não nos conhecíamos, então não tínhamos tanta intimidade e demoramos um pouco a nos "conectar". 

Mas, mesmo assim fomos super bem e chegamos no último cadeado super rápido. Acabamos agarrando nesse cadeado, mas mesmo assim fizemos um tempo ótimo e saímos faltando ainda uns 10 ou 15 minutos. 

Essa é uma das salas menos difíceis que eu já joguei, então acho que é uma boa escolha para quem vai jogar pela primeira vez. Mas, isso não significa que ela é fácil! Tem alguns enigmas bem legais e alguns cadeados complicados. Ah, e o cenário é muito bem feito!



O pânico no Expresso do Oriente

"Você está de férias em Londres com seus amigos e decide fazer a viagem do Expresso do Oriente que vai de Londres a Istambul. Logo após embarcar, descobre que um terrorista colocou uma bomba no trem. Sua missão é parar o trem e evitar uma catástrofe na estação de maior movimento da Europa. Detalhe: o maquinista DESAPARECEU!"

Essa foi a sala que joguei com os blogueiros do @uaitravelmg. Quando fui ao Escape Time pela primeira vez, fiquei muito em dúvida entre essa sala e a do quarto, e acabei escolhendo a outra. Mas, estava doida para para conhecer essa e foi muito legal!

Confesso que foi um pouco diferente do que eu esperava, pois, apesar do cenário ser muito bem feito, eu não me senti dentro de um trem como eu imaginei que seria. Mas, essa foi a sala perfeita para os blogueiros de viagem, já que o tema da sala é uma viagem por vários países.

Nós éramos 8 pessoas na sala e quase não conseguimos sair. Precisamos de várias dicas para sair faltando cerca de um minuto, foi um sufoco no final. Mas nós saímos e foi demais! Posso dizer que essaé uma das salas mais difíceis que já joguei, e os enigmas são muito bem pensados. É uma daquelas salas que vai te fazer sair da caixinha mesmo!

Alcatraz, escapada impossível

"Três detentos fugiram da Prisão Federal de Alcatraz, em São Francisco - EUA, e você, mesmo jurando ser inocente por um assassinato, foi acusado e sentenciado à morte na cadeira elétrica em Alcatraz. Em 1 hora irão lhe executar. Mas existe uma esperança e encontrar a saída depende só de você!"

Ainda não posso falar nada sobre essa sala, mas assim que eu jogá-la volto aqui e conto para vocês! O que eu posso dizer é que o recorde dessa sala é o mais demorado de todos no Escape Time, 53 minutos se não me engano. Então, deve ser uma sala bem difícil, né? Quem vai encarar o desafio?

Ah, e quem escapa das salas do Escape Time ganha um botton colecionável. Legal, né? :) Vale muito a pena conhecer e tentar ganhar o seu também! Depois me conta nos comentários qual a sua sala preferida, ou qual você ficou com mais vontade de jogar!

Inhotim: dicas e tudo o que você precisa saber antes de ir

O Inhotim é o maior museu a céu aberto do mundo, que privilégio, não?! É uma atração imperdível para quem mora ou visita Belo Horizonte, mesmo para aqueles que não são tão fãs de arte. Além de ser um museu de arte, o Inhotim também é um parque natural — um dos mais lindos que eu já vi na vida! Lá você vai encontrar muita natureza, paisagens de tirar o fôlego e até alguns animaizinhos fofos!


Eu e alguns blogueiros do @uaitravelmg fomos convidados a conhecer o Inhotim, e foi um dia incrível em ótimas companhias! Se você pretende visitá-lo, anote todas as dicas a seguir:


O Inhotim

Como chegar

O Inhotim está localizado em Brumadinho, cidade que faz parte da região metropolitana de Belo Horizonte e está a 57km da capital mineira. É possível chegar lá de carro, de ônibus ou van.

Há um ônibus que sai da rodoviária todos os dias de manhã cedinho e volta no fim da tarde. O valor de ida e volta fica em, aproximadamente, 65 reais. Há, também, uma van que sai do bairro Funcionários nos mesmos horários do ônibus e custa 60 reais, ida e volta. Para a van, é preciso fazer reserva com antecedência. Para consultar os horários e valores exatos, é só clicar aqui.

Onde ficar

Eu acho perfeitamente viável se hospedar em Belo Horizonte para ir ao Inhotim. Mas, se você não vai visitar a capital mineira e prefere ficar mais perto ou se quer visitar o museu em dois dias consecutivos, uma ótima opção é ficar em Brumadinho mesmo. Contagem e Betim também são cidades da região metropolitana de BH e estão mais próximas do Inhotim do que a capital.

Você pode pesquisar sua hospedagem aqui:

Preços

O valor do ingresso, em julho de 2017, é R$40. Quarta feira a entrada é gratuita!! (exceto nas quartas que forem feriado, aí o preço é normal) O Inhotim não funciona segunda feira.

Crianças até 5 anos não pagam. Estudantes, professores, menores de 12 anos, maiores de 60 e funcionários de algumas empresas pagam meia entrada. Veja a lista completa aqui.

Transporte interno

Além do valor do ingresso para entrar no Inhotim, se você quiser, você pode pagar mais R$28 reais para ter acesso ao transporte interno do museu. São carrinhos elétricos com rotas pré-definidas que rodam por todo o local. Se você quiser utilizá-los, é preciso fazer o pagamento ainda na bilheteria e eles vão te dar uma pulseirinha de cor diferente. Se no meio do dia você decidir que quer usar o carrinho, vai ter que voltar à bilheteria para fazer a compra.


Mas, vale a pena? Na minha opinião (e na opinião de todo mundo que estava comigo) vale cada centavo! O Inhotim é muito grande e é fisicamente muito cansativo andar por lá. Nós estávamos de carrinho e já saímos de lá exaustos, com muita dor na perna. Além disso, andar de carrinho é bem mais rápido que andar a pé, então conseguimos conhecer mais coisas em menos tempo. *Lembrando que o Inhotim recomenda a visita a pé*, mas o Foco no Mundo recomenda fortemente o carrinho!

Restaurantes

Lá dentro há duas opções de restaurantes: o Restaurante Oiticica que é self-service e custa R$43 o kilo e o Restaurante Tamboril, que custa R$70 e você pode comer a vontade
(pratos quentes, saladas e sobremesa). Lá dentro também existe um café e algumas lanchonetes.

Nós comemos no Oiticica e, apesar de não ter um número muito grande de opções, a comida estava bem gostosa e todo mundo saiu de lá satisfeito. Para mim valeu muito mais a pena, pois meu prato custou menos de R$15. 

Atrações

Como vocês já sabem, o Inhotim é enorme e é impossível conhecer tudo em apenas um dia, principalmente se você realmente apreciar a arte e quiser ver todas as galerias com calma. 

Confesso que eu não sou a maior amante de arte desse mundo e gosto mais das exposições interativas, então consegui conhecer tudo que eu queria. Vou compartilhar com vocês as atrações que eu mais gostei e as que são mais populares (mas não esperem comentários dignos das obras, pois, como eu disse, sou bem leiga nesse assunto):

A origem da obra de arte (ou, as letrinhas)



Essa é uma das atrações mais populares do Inhotim e foi a minha preferida. São várias letrinhas de cerâmica, que podem ser usadas para formar nomes ou frases para fazer fotos. Mas, na verdade as letras são vasos para plantas, e no mesmo local você encontra sementes e acessórios de jardinagem. Depois de formar as iniciais do blog e o nome do grupo @uaitravelmg, eu peguei a inicial do meu nome e plantei um amor perfeito.


Foi muito especial porque eu sempre quis plantar alguma coisa e nunca tinha feito isso, e agora tenho uma florzinha lá no Inhotim! Essa atração se chama "A origem da obra de arte" e é de Marilá Dardot.

Beam drop Inhotim



Eu adorei essa obra pela forma como ela foi feita: um guindaste de 45 metros foi jogando as 71 vigas que compõem a obra em uma poça de cimento. O artista, Chris Burden, foi mirando as vigas para que elas caíssem onde ele quisesse, mas o resultado final era impossível controlar.

Cosmococa

Essa atração também é muito popular e é daquelas que te fazem sentir muitas coisas diferentes ao mesmo tempo. É uma atração multisensorial, com cinco salas interativas diferentes (que os artistas, Hélio Oiticica e Neville D’Almeida, chamam de quasicinemas).


Cada sala é uma "surpresa" diferente, com música, projeções na parede e outros itens com os quais você pode interagir.  Eu prefiro não falar muito, pois é legal chegar lá sem saber direito o que você vai encontrar. 

Tunga



Tunga é uma galeria que fica em um espaço bem grande e possui várias exposições diferentes. Foi uma atração indicada pelos funcionários do Inhotim.

De Lama Lâmina



Você vai entrar dentro de uma enorme "estufa" de vidro e encontrar um trator florestal muito grande!

Magic Square



Essa é uma atração bem legal para fazer fotos lindas e bem diferentes!

Narcissus Garden



Confesso que essa atração parece mais legal nas fotos, pois as esferas são bem menores do que a impressão que temos nas imagens. Mas, vale a pena dar uma passadinha por lá :)

Sonic Pavillion



Dentro desse pavilhão você vai ouvir os sons do "centro" da terra. Foi feito um furo de 200 metros de profundidade e um microfone foi colocado lá dentro, então os sons são reais (coisa que eu não sabia quando fui, então a atração não foi tão legal para mim como deveria ser).

Ainda há muitas outras atrações muito populares, como a exposição dos fuscas coloridos (que infelizmente estava em reforma quando fui), a sala vermelha e várias outras que eu ainda quero conhecer!

Dicas importantes para quem vai visitar o Inhotim

Aplicativo

Uma dica bem legal, mas que eu só descobri quando cheguei lá, é que o Inhotim possui um aplicativo. Ele funciona como um mapa e oferece informações sobre as obras. Quando eu estive lá, o app só estava disponível para android, e você pode baixar através desse link.

Eu recomendo que você baixe o app ainda em sua casa, pois ele precisa atualizar antes de começar a funcionar, e isso pode demorar um pouco — além de exigir internet. Depois que ele for atualizado, você poderá usá-lo offline, e isso é ótimo já que na maior parte do tempo você estará sem conexão no Inhotim.

Internet e carregador

Falando em internet, o parque possui wifi em alguns pontos específicos, mas a rede de celular não funciona ali. Por isso, você vai ter um tempinho legal para se desconectar e curtir o Inhotim de forma não virtual. 

Mas, se no meio da visita você descobrir que sua bateria acabou, você vai encontrar vários pontos com tomadas para carregar o que precisar, seja o celular, a câmera ou qualquer outra coisa. Você só precisa levar o seu carregador.

Roupas confortáveis

Não sabia que essa dica seria necessária, até ver algumas pessoas andando lá dentro com saltos enormes e roupas apertadas. Se você estiver indo apenas para visitar o museu, e não fazer um ensaio fotográfico ali, preocupe-se apenas com o seu conforto! 

Tênis e uma roupa confortável, que te permita movimentar, pular, sentar, levantas e andar muito! Garanto que você não vai se arrepender! Ah, protetor solar também é indispensável :)

Garrafinha e comida

Mesmo que você se planeje para almoçar em um dos restaurantes do Inhotim, vale muito a pena levar uma garrafinha d'água e alguns lanches. Lá você vai encontrar bebedouros em vários pontos diferentes, então é bem tranquilo encher sua garrafinha quando precisar. E com certeza você vai precisar algumas vezes!

Mas, encontrar um local para comer pode ser um pouco mais difícil (e um pouco caro), então é bom levar alguns biscoitos ou outros petiscos para enganar o estômago até conseguir chegar no restaurante. Quando nós decidimos que não dava mais para aguentar a fome e que estava na hora de almoçar, ainda estávamos super longe do restaurante e não tínhamos nem uma bala para comer até chegar lá. Ah, como eu queria ter lido esse post antes de ir! hehe

Mas gente, pelo amor de Deus!!! Nada de deixar lixo jogado, e muito menos alimentar os animais que encontrar por lá, ok?! A comida que você levar é só para você, e o lixo é seu também! Ah, não é permitido fazer piquenique lá dentro.

E aí, o que achou do Inhotim? Ele é incrível, né? Agora eu quero saber qual atração você mais gostou e a que você mais quer conhecer em sua visita ao Inhotim! Deixa um comentário e me conta!!

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